Escravos de quem?

Escravos moderno



Nas letras da lei, a escravidão está extinta, porém, em muitos países, principalmente onde a democracia é frágil, há alguns tipos de escravidão, em que mulheres e meninas são capturadas para serem escravas domésticas ou ajudantes para diversos trabalhos. Há ainda o tráfico de mulheres para prostituição forçada, principalmente em regiões pobres da Rússia, Filipinas e Tailândia, dentre outros países.
A expressão escravidão moderna possui sentido metafórico, pois não se trata mais de compra ou venda de pessoas. No entanto, os meios de comunicação em geral utilizam a expressão para designar aquelas relações de trabalho nas quais as pessoas são forçadas a exercer uma atividade contra sua vontade, sob ameaça, violência física e psicológica ou outras formas de intimidações. Muitas dessas formas de trabalho são acobertadas pela expressão trabalhos forçados, embora quase sempre impliquem o uso de violência.
Atualmente, há diversos acordos e tratados internacionais que abordam a questão do trabalho escravo, como as convenções internacionais de 1926 e a de 1956, que proíbem a servidão por dívida. No Brasil, foi somente em 1966 que essas convenções entraram em vigor e foram incorporadas à legislação nacional. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) trata do tema nas convenções número 29, de 1930, e 105, de 1957. Há também a declaração de Princípios e Direitos Fundamentais do Trabalho e seu Seguimento, de 1998.
De acordo com o relatório da OIT de 2001, o trabalho forçado no mundo tem duas características em comum: o uso da coação e a negação da liberdade. No Brasil, o trabalho escravo resulta da soma do trabalho degradante com a privação de liberdade. Além de o trabalhador ficar atrelado a uma dívida, tem seus documentos retidos e, nas áreas rurais, normalmente fica em local geograficamente isolado. Nota-se que o conceito de trabalho escravo é universal e todo mundo sabe o que é escravidão.
Vale lembrar que o trabalho escravo não existe somente no meio rural, ocorre também nas áreas urbanas, nas cidades, porém em menor intensidade. O trabalho escravo urbano é de outra natureza. No Brasil, os principais casos de escravidão urbana ocorrem na região metropolitana de São Paulo, onde os imigrantes ilegais são predominantemente latino-americanos, sobretudo os bolivianos, e mais recentemente os asiáticos, que trabalham dezenas de horas diárias, sem folga e com baixíssimos salários, geralmente em oficinas de costura. A solução para essa situação é a regularização desses imigrantes e do seu trabalho.
A escravidão no Brasil foi extinta oficialmente em 13 de maio de 1888. Todavia, em 1995 o governo brasileiro admitiu a existência de condições de trabalho análogas à escravidão. A erradicação do trabalho escravo passa pelo cumprimento das leis existentes, porém isso não tem sido suficiente para acabar com esse flagelo social. Mesmo com aplicações de multas, corte de crédito rural ao agropecuarista infrator ou de apreensões das mercadorias nas oficinas de costura, utilizar o trabalho escravo é, pasmem, um bom negócio para muitos fazendeiros e empresários porque barateia os custos da mão de obra. Quando flagrados, os infratores pagam os direitos trabalhistas que haviam sonegado aos trabalhadores e nada mais acontece.
De modo geral, o trabalho escravo só tem a prejudicar a imagem do Brasil no exterior, sendo que as restrições comerciais são severas caso o país continue a utilizar de mão de obra análoga à escravidão. Como é público e notório que o Brasil usa trabalho escravo, sua erradicação é urgente, sobretudo para os trabalhadores, mas também para um bom relacionamento comercial internacional.
Criada em agosto de 2003, a Comissão Nacional Para a Erradicação do Trabalho Escravo (CONATRAE), órgão vinculado à Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, tem a função de monitorar a execução do Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo. Lançado em março de 2003, o Plano contém 76 ações, cuja responsabilidade de execução é compartilhada por órgãos do Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público, entidades da sociedade civil e organismos internacionais.
Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

O MUNDO MODERNO

O Mundo Moderno: Século XX o século que foi Breve




Por: Bruno Ferreira

“A Europa começou a I guerra Mundial confiante domínio de grande parte do território do globo. Mas os custos humanos e econômicos do conflito levaram a um período de turbulência que engolfou o continente e também ajudou a dar inicio à Revolução Russa. Após a II Guerra Mundial, o continente foi forçado a abandonar a maioria de suas colônias, entrando num processo de unificação  política, enquanto a Guerra Fria  - conflito ideológico entre os EUA capitalistas e a URSS comunista – Assumia a centralidade. O final dessa luta, nos anos 1990, prometia uma nova era de paz, mas logo teve inicio um período de incertezas políticas e disputas regionais.”

O mundo que temos hoje não nasceu na revolução francesa, mas a nova ordem foi construída no ultimo século, através de um conjunto de pontos como político, econômico, tecnólogo, militar e cultural.
Podemos falar do ponto político a nascente onda revolucionaria de uma política que começa com as ideias de Karl Marx logo vemos que essas ideias ganharam o mundo e principalmente a classe trabalhadora, explorada durante séculos eclodindo na Rússia a tomada dos trabalhadores no poder, a partir daí o século XX se divide em duas versões da política que ganha maior força depois da segunda guerra mundial na chamada guerra fria.
No campo econômico o capitalismo quebra em 1929 fazendo deste modo a chegada de uma política autoritária e preconceituosa o fascismo e o nazismo e  o grande rápido desenvolvimento de Japão, Alemanha e Itália a economia cresce como nunca antes e o sistema capitalista decai em a famosa crise da bolsa de Nova York outra igual só ocorreria em 2008.
Com duas guerras e vários conflitos militares no ultimo século a tecnologia foi grande aliada, para que isso fosse acontecer cada vez mais rápido varias tecnologias apareceram, como computador, satélites, foguetes e também armas cada vez mais arrojadas como metralhadoras, tanques de guerra e a mais perigosa de todas as armas a bomba atômica.
O campo das comunicações evoluiu muito graças a chegada do homem a lua por meio de novas tecnologias. No campo das guerras a maior de todas a II guerra, foi consequência da I guerra um rancor e um ódio racista também motivou Adolf Hitler a fazer o maior massacre humano da história.
               Ao final de duas guerras o capitalismo nunca lucrou tanto com tantas vendas e empréstimos que a grande potencia os Estados Unidos fez a Europa toda fragmentada e dividida entre poderes econômicos distintos, ao longo da segunda metade do século as colônias da áfrica e Ásia ficaram independentes de suas metrópoles.
             O mundo caminhava para uma bipolirazaçao mas antes disso acontecer a Rússia entra em crise o muro de Berlim cai, deixando de existir a União soviética em 1990 a partir daí o mundo cresce e se capitaliza cada vez mais a Europa se une e forma um bloco econômico ao final da ultima década e rapidamente vemos o século que mais transformou a humanidade se acabar durante esse século a cultura humana se multiplicou através desses novos meios de comunicação como radio, TV, telefone e internet e cinema as artes e a vida foi retradas cada vez mais e mais fazendo do homem voltado mais para si próprio deixando de ser Teocêntrico e passando a ser cada vez mais  racional.


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EPIFANIA: ADORA SOMENTE A DEUS!!

Adorar significa reconhecer que não somos nada, mas que Deus, em nós, é tudo!

Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram” (Mateus 2, 11).
Nós hoje celebramos a Epifania do Senhor, para alguns a Festa de Reis, pois celebramos o dia em que aqueles três magos do Oriente saíram e foram ao encontro do Senhor. Foram até Jerusalém, queriam saber quem era o Messias, ou melhor, quem era o Rei dos judeus que acabara de nascer.
O que buscavam aqueles magos? O que buscavam aqueles três homens guiados por uma estrela? Eles buscavam o Rei! Eles buscavam uma luz, eles buscavam uma direção! O fato de eles serem magos nos dá a certeza de que eles eram investigadores, de que eles estudavam, e estudavam muito para conhecer os segredos da Terra, do mar e de todas as coisas. Alguns hoje continuam estes estudos por intermédio da astrologia; e também de outras coisas que não levam a nada, pois algumas pessoas acreditam em horóscopo, algumas pessoas querem saber a sua sorte com a ajuda do zodíaco. Tudo erro, tudo fantasia!
Os magos do Oriente, hoje, nos mostram que é preciso deixar para trás tudo aquilo que é engano e ilusão. E seguir uma única Estrela que há no céu, nos apontando que só existe apenas uma Luz que nos pode salvar. Herodes tentou atrapalhar o caminho desses homens, Herodes tentou atrapalhar o caminho da humanidade ao fingir que, falsamente, iria adorar o Senhor. Mas esses três homens chegaram e encontraram o Menino Jesus deitado em uma manjedoura, com Seu pai e com Sua mãe. Ao virem o Senhor os três reis magos O contemplaram, prostraram-se diante d’Ele e O adoraram .
Quando nós adoramos verdadeiramente a alguém, no sentido pleno e profundo da palavra, significa que não há outro, que não existe outro, somente este é Deus e Senhor, somente Ele merece adoração e prostração; somente Ele nos dá a vida, salvação e libertação. Toda a ciência que estes magos conheciam, naquele momento encontra o sentido pleno na Pessoa de um Menino a quem eles adoram.
O ato de adorar é o gesto místico e religioso mais profundo que existe. Adorar é reconhecer a nossa pequenez, que não somos nada e que o Senhor é tudo! Adorar significa reconhecer a grandeza de Deus e a nossa pequenez. Adorar significa reconhecer que não somos nada, mas que Deus, em nós, é tudo!
Só aqueles que têm humildade de coração, só aqueles que realmente encontram em Deus o refúgio para suas vidas, e que reconhecem n’Ele o Senhor e o Salvador, é que podem adorá-Lo em espírito e verdade. São esses os adoradores pelos quais o Pai procura. E além de Maria e José e os pastores, naquele momento começam a chegar os primeiros adoradores do Senhor: estes três homens que se prostram diante do Senhor para reconhecê-Lo.
Eu e você precisamos ser adoradores somente do Senhor! É hora de abandonarmos ídolos, cultos a pessoas, ídolos do futebol, do rock, da música, ídolos de qualquer espécie! É hora de abandonarmos as fantasias que se criaram em nós por meio de astrologia, de falsas ciências, de falsas filosofias e reconhecer que somente Jesus Cristo é o Senhor da nossa vida.
Adorado, glorificado e exaltado seja o Senhor nosso Deus! Adorado seja o Menino Jesus, Aquele que nasceu para ser o nosso Salvador! O Salvador de toda a humanidade!
Que Deus abençoe você!

IL MITO DELLA FINE

Il mito della fine


La fine è qualcosa che affascina e mette paura allo stesso tempo; noi siamo attratti dello sconosciuto e dell’avvenire, ci piace formularne delle ipotesi, suggerimenti e prevenzioni. Per questo, fra altro, la fine o il divenire conquista molto, le persone si mettono apprensive, cercano delle indicazioni e molto reticenti.
Con la fine dell’anno o capodanno non è diverso, la gente si aggira intorno a cose, vestiti, superstizioni per garantire, di alcun modo, il successo dell’anno avveniente; anche le feste, le cene, le ballate come si tutto arrivasse alla conclusione. Ha qualcosa di vero, ma anche qualcosa di velato e di pauroso, appunto come a tutti i miti.
Il mito della fine porta tante persone a riflessione ma anche all’esasperazione, finisce un ciclo e cosa si è fatto, almeno cosa si è realizzato di buono e di utile? Quale il senso di tante fatiche e tante corse? Abbiamo vissuto e goduto le opportunità e sfruttato le belle occasioni? Abbiamo raggiunto qualche meta oppure siamo indifferente al tempo che scorre tra le dita?
Quale i sogni ci rimangono? Quali i nostri propositi per la strada che si apre davanti? Che cosa ringraziamo e cosa attendiamo per il divenire? Noi siamo  disposti a essere generosi con le chance che incontreremo lungo la via da percorrere? Queste domande manifestano le preoccupazioni dell’interrogativo che l’incertezza e il mistero del futuro ci poni ma anche la bellezza di tuffare dentro una realtà nuova e piena di possibilità.  Buon fine e buon inizio anno a tutti


O MITO DO FIM

O fim é algo que fascina e dá medo ao mesmo tempo; somo atraídos pelo desconhecido e pelo vindouro, gostamos de formular hipóteses, sugestões e prevenções; mesmo as festas, os jantares, as danças como se tudo chegasse à conclusão. Tem algo de verdadeiro, mas também algo de encoberto e de tremendo. Como em todos os mitos.
O mito do fim leva tantas pessoas à reflexão e também à exasperação, acaba um ciclo e o que se fez, ao menos o que se realizou de bom e de útil? Qual o sentido de tantas fadigas e de tantas correrias? Vivemos e gozamos as oportunidades e desfrutam as belas ocasiões? Alcançamos alguma meta ou somos indiferentes ao tempo que corre entre os dedos?

Quais sonhos permanecem? Quais os nossos propósitos para seguir a estrada que se abre diante? O que agradecemos e o que  esperamos do futuro? Estamos dispostos a ser generosos com as chances que encontraremos ao longo da estrada a percorrer?  Essas perguntas manifestam as preocupações do interrogativo que a incerteza e o mistério do futuro nos coloca, mas também a beleza de mergulhar numa realidade nova e cheia de possibilidades. Bom fim de ano e feliz ano novo para todos‼

Sobre a familia

Olhando a família de Jesus, Maria e José, o que nos inspira?



Os relatos bíblicos e os costumes de entao, assim como os de hoje nos dizem que um família feliz família é uma família sem problemas ou dificuldades, mas uma família que na coesão e no respeito mutuo busca superar as próprias e seguir a estrada que seja a mais justa e mais coerente, ainda que exija sacrifícios, dores e renuncias.
A realidade da família deve ser uma realidade de amor, de comunhão e acolhimento, mas também de família, de dialogo e de verdade. Quando a família vem pautada nos pilares da verdade, ela nao se deixa enganar pelos falsos ídolos e sonhos; quando vem alicerçada pelo respeito, da-se a ídolos e o acolhimento, o que pode custar muito em algumas situações, mas que se pode superar; e, por fim, o dialogo, esse é indispensável para o amadurecimento e para o fortalecimento da indispensável, como de qualquer outro vinculo que possamos estabelecer: o dialogo é o meio mais contundente de se alcançar a justiça e a veracidade nos relacionamentos; e na família, quando se tem a capacidade de conversar juntos, e nao impor ou determinar ou esconder os fatos, pode-se crescer de maneira ordenada e pode alcançar o equilíbrio necessário para viver a serenidade e a retidão.
Olhando a Santa retidão de Nazaré, vemos as suas dificuldades, os seus medos e seus desencontros, mas tem um laço de amor que une cada pessoa na comunhão e para o bem de todos. Essa maravilha do estar juntos ainda que comunhão se compreenda tudo, ajuda e nao pouco, que a nao tenha um propósito conforme a vontade de Deus e, sobretudo, que nao se desanime perante os percalços; o maior milagre que se pode viver na família é aquele de família deixar que a separação externa e\ou interna coloque obstaculos entre os membros da mesma, ou seja, que além dos gostos, idéias e separação, que todos e cada um saiba o seu lugar nesta pequena comunidade e que todos colaborem para o crescimento harmonioso da célula familiar.
Os exílios, as perseguições e as incompreensoes que a família Sagrada experimentou é também um incentivo e uma luz para que nossas famílias sigam as indicações do Senhor mais que as próprias conveniências e que quando se escuta Deus se chega à terra da felicidade.
Que a Sagrada Família de Nazaré interceda por cada uma de nossas famílias!!
Amem

IL NATALE CON I POVERI

L’umanità e la giovinezza di Gesù, il Dio nostro





Offriamoci dei regali perché Dio
Ci ha donato un Regalo senza prezzo;
Ci ha offerto se stesso in un Bambino!



Il progetto dell’uomo è farsi Dio. Il Natale proclama e celebra il più grande evento della storia: il Verbo si è fatto carne e ha messo la sua dimora fra noi (Gv 1,14). Accaso abbiamo riflettuto a sufficienza cosa significa Dio farsi uomo? Dio, il nome che il linguaggio umano ha pensato per esprimere l’assoluto Senso del mondo, il definitivamente Importante dell’esistenza, la suprema Realizzazione di ogni bene che si possa immaginare, l’eternità dell’Amore e la perennità della Felicità, proprio questo e non qualsiasi altra cosa si è fatto uomo. La portata di simile affermazione ci sfugge: solo ci resta l’ammirazione e la stupefazione.
Possiamo riflettere – per celebrare bene e godere meglio – com’è questo Dio che nutre simile simpatia per gli uomini. Adesso vogliamo guardare l’altra parte e domandarci: Chi è l’uomo perché Dio ha voluto essere uno di loro? Quale grandiosità c’è nell’uomo per affascinare così il Supremo?
Oh uomo, chi sei tu? A ogni esistenza palpita questa domanda. La risposta non si trova in nessun libro. Ogni persona deve rispondere per se stessa. In questo tutto si decide il senso assoluto o l’eterno fracasso.
Oggigiorno, più che mai, abbiamo le informazioni più accurate sull’uomo.  Nonostante tutta la nostra conoscenza non sappiamo cosa sia l’uomo. Sembra che sappiamo ancora mano dai nostri ancestrali sul senso della gioia e della tristezza, della vita e della morte. Oh uomo chi sei tu?
Gli ultimi secoli hanno inflitto all’uomo tre gravi umiliazioni: quella cosmologica, quella biologica e quella psicologica (Freud). Noi cristiani possiamo ammettere una quarta umiliazione, la più antica fra tutte, quella religiosa.
Queste quattro umiliazioni ci fanno vedere la piccolezza umana, della dimensione delle tenebre che sorvolano il suo mondo,  della carica di negatività che circola nella sua storia.
E proprio queste umiliazioni procurano le possibilità di una grandiosità ancora più grande della persona. Come afferma Pascal: l’uomo è una canna pensante, fragile, così fragile da morire con una goccia d’acqua ma questo essere è l’unico nella creazione a sapere della propria fragilità. Qui si trova la sua maestà.
Chi è l’uomo? È miseria e nobiltà. La sua nobiltà è ancora più grande quanto nasce della sua miseria. Fondamentalmente l’uomo sorge come un’interrogazione aperta. È ansia di pienezza, nostalgia infinita e grido negli immensi spazi vuoti.  Chi lo risponderà? Cerca l’Infinito e soltanto trova i finiti. Cerca un Amore assoluto e soltanto s’incontra con abbozzi che esasperano ancora di più la sua investigazione. Qual è il proposito dell’uomo? Essere come Iddio: pieno, assoluto, eterno, infinitamente realizzato. Può realizzare quest’utopia? Riposare il cuore inquieto?
Quando professiamo, nella notte santa del Natale, il Verbo si è fatto carne e venne abitare in mezzo a noi, noi crediamo: Dio ha preso su di se la miseria umana e la gloria umana, ha incarnato le interrogazioni del cuore per rispondere definitivamente in positivo tutte quante (cfr. 2 Cor 1,19). Il grido umano era l’eco della voce dello stesso Dio rimbombando dentro del cuore di ognuno. Questa voce è uscita e si rivela cioè la Parola di Dio, Cristo Gesù, si è pronunciata totalmente dentro del mondo. Gesù è la grammatica che ci fa capire chi sia Dio e chi è l’uomo, l’essere capace di accogliere Dio.
Quando professiamo, nella festa del Natale, con inaudita gioia, il Verbo si è fatto carne, crediamo: Dio è qui. È venuto per sempre. Lui si chiama Gesù di Nazareth. Da questo Bambino Dio ha detto definitivamente al mondo e all’uomo: io ti amo. Questa parola di amore divino fatta carne non lascia il mondo indifferente; in Lui tutto acquista un nuovo senso; niente è più assurdo perché Dio ci ha detto: io ti amo. Nella nostra notte si accende una Luce che mai più si spingerà. Dio ha detto alla nostra solitudine, alle nostre lacrime, alle nostre angosce, alle nostre fragilità: io ti amo.
Con Cristo Gesù si è esploso e imploso l’ultimo senso per dentro e per fuori della nostra vita. In questo Bambino il mondo e l’uomo arrivarono a un bel fine: siamo arrivati a Dio. Si è manifestato il Senso assoluto. Per questo recitiamo, ma no, preghiamo fra lacrime:
“In principio era il Senso
E il Senso era in Dio
 E il Senso era Dio.
E il Senso si è fatto carne
E venne abitare in mezzo a noi.
E noi abbiamo visto la sua gloria
Gloria dell’Unigenito del Padre
Pieno di grazia e di verità”
(Cfr.  Gv 1, 1-14).




P. Jorge Ribeiro

I SEGRETI DELLA FELICITA'

La felicità


Chiedetelo ai turisti ipnotizzati dalle canzoni struggenti dei mariachi o dai ritmi travolgenti di merengue e di calipso. Agli italiani che ogni anno ripartono sedotti da Cancun, o che da Puerto Escondido non sono più tornati. A chi arriva da mezzo mondo, incapace di spiegare l'incantesimo della Selva del Chiapas e della Ruta Maya. E da tutti avrete la conferma: la felicità si incrocia tra il 31 parallelo nord e il 13 parallelo sud.
Non è solo un'impressione da stranieri: il Messico è davvero il Paese più felice del mondo. Lo dichiarano i messicani stessi, in un'indagine intitolata "Global Happiness" che Coca-Cola ha appena realizzato insieme con l'Università Complutense di Madrid: una ricerca su 16 nazioni, dall'Italia alla Cina, dal Sudafrica alle Filippine, per indagare i livelli di felicità nelle diverse culture. 

Per stilare la classifica dei popoli più felici, i ricercatori hanno elaborato un Happiness Index , a partire da una scala di valori sviluppata dallo psicologo americano Ed Diener: un indice, da 1 a 100, risultante dalla somma di indicatori come la soddisfazione personale, l'ottimismo e l'energia, il senso di orgoglio, di utilità, le relazioni sociali, ma anche le percezioni negative e le emozioni peggiori indotte da una società. In base a questo indice, i livelli più alti di felicità si riscontrano in quel cocktail multietnico che compone la popolazione messicana: con un punteggio di 87,7, la felicità sembra pervaderla tutta, senza distinzioni di sesso, di età, di posizione sociale. 

A confronto coi latinos, crolla, insomma, la proverbiale "hygge" dei danesi: quel sentimento di convivialità e di soddisfazione sociale che ha fatto per anni piazzare la Danimarca al primo posto nelle classifiche sulla qualità della vita. Ed è una sorpresa anche la seconda posizione dei filippini, con un punteggio di 86,4. Al terzo posto si piazzano gli argentini e i sudafricani (entrambi con 80 punti). L'Italia risulta a metà della classifica (76), chiusa da Bulgaria (73,9) e Francia (72,3): la nazione più infelice in assoluto. Fonti di felicità? Per tutti, i legami profondi con la famiglia e una gratificante relazione con un partner. A seguire i soldi, che, fuori scena in altre indagini, tornano qui disinvoltamente a esercitare il loro fascino. 

E se il Paese nel quale sembrano contare di più è la Russia, anche gli italiani si fanno notare: per uno su tre degli intervistati, vincere alla lotteria sarebbe in assoluto la più grande fonte di felicità. Ma c'è anche la possibilità di viaggiare, tra le situazioni che danno felicità. E di fare del bene agli altri: il volontariato è visto come occasione di gioia e di benessere dal 17 per cento degli italiani. "Ciò che di gran lunga rende felici le persone è stare insieme agli altri", spiega Richard Stevens, psicologo sociale e tra i guru internazionali del pensiero sulla felicità: "Il denaro è importante, ma non rende le persone felici. 

Soprattutto, superata una certa soglia di reddito, diventa piuttosto irrilevante. Senza relazioni sociali, senza l'amore, la famiglia e le amicizie, la maggior parte delle persone non sarebbe affatto felice".
"A dispetto di fenomeni forti di virtualità, questa ricerca ribadisce l'importanza dei legami fisici, dei momenti di convivialità, del piacere di stare insieme", aggiunge Sara Ranzini, direttore Comunicazione di Coca-Cola Italia, che annuncia per il 20 e 21 giugno una tappa a Roma di Expedition206 ( www.expedition206.com ), progetto complementare di Coca-Cola con il quale tre giovani "ambasciatori della felicità" stanno girando il mondo per scoprire cosa rende davvero felice la gente: "Basta guardare ai momenti migliori della giornata, a livello globale: nel 39 per cento dei casi la sera, quando ci si ritrova con amici e parenti; poi quando si mangia; mentre si chiacchiera". 

"Dipende però dai contesti culturali", obietta l'antropologo Duccio Canestrini: "C'è una socialità che è ingerenza, controllo, che genera stress e induce a mascherarsi dietro avatar. E la famiglia è, in casi neanche troppo rari, fonte di dissidi e di infelicità. Evitiamo di incorrere nell'imperativo statunitense della felicità a tutti i costi". 
Su una cosa Canestrini non ha dubbi: esistono davvero popoli con una propensione alla felicità più spiccata di altri. "Il Sudamerica ha una disposizione d'animo più incline all'ironia e alla goliardia. Se Maya e Aztechi, cupi ed angosciati, placavano le loro ansie con sacrifici umani, i latinos sono generalmente allegri, facili al sorriso. Un classico dell'antropologia è un libro di Jacques Lizot sugli Yanomami del Brasile: che passavano le serate a raccontarsi storielle e a sbellicarsi dalle risate, tanto da cadere dalle amache. E anche ai Taino, civiltà precolombiana decimata dai conquistatori, la letteratura attribuisce doti di grande ironia e capacità di godersi la vita. Al contrario, i Vedda, aborigeni dello Sri Lanka, sono stati tradizionalmente considerati un popolo che non sapeva sorridere". E che dire dei sorrisi indiani, misteriosi emblemi di un modo di essere, più che di forme di avere: "Forse non è felicità, ma è un distacco dalle cose della vita che le somiglia molto", continua Canestrini: "Felicità è anche sapersi accontentare: avere un salario adeguato, spedire lontano dei soldi con la speranza che la vita futura possa essere migliore per sé e per la propria famiglia, genera un atteggiamento positivo: in questo senso comprendo bene la seconda posizione in classifica dei filippini".

Ridono, si salutano, scherzano, fanno le dog sitter e le baby sitter, le custodi e le colf, portano una ventata di ottimismo nelle case in cui lavorano: le domestiche filippine sono da anni oggetto di osservazione di sociologi, psicologi ed economisti, se non altro per dimostrare che la gente non è più contenta quando è più ricca. "Sono felice perché anche questo mese ho spedito a casa dei soldi che permetteranno a mia sorella di studiare e ai miei quattro fratelli di aiutare i loro bambini", dice Themz, che lavora a Roma, e viene da Batangas. E il suo è un discorso analogo a quello di tutte: il lavoro, la solitudine, la lontananza mitigati dal senso di comunità, da una causa eroica. Non a caso, tra di loro, e nelle directory on line che si intrecciano in Rete, si chiamano "bayani": eroine. E non è una sorpresa assoluta: sul sito della società americana di ricerche Gallup si monitora costantemente la felicità dei popoli. 

Il saggio del giornalista Donato Speroni (in uscita per Cooper), "I numeri della felicità. Dal Pil alla misura del benessere", evidenzia la felicità dei Paesi latini: in Colombia, cultura e tolleranza guidano l'ascesa di un appagamento sociale, nonostante criminalità e insicurezza. E se il reddito pro capite è basso, se il tasso di analfabetismo è pari al 94 per cento, turismo in crescita e sviluppo economico stanno alzando i livelli di spensieratezza e soddisfazione. Nettamente più infelici si confermano i popoli baltici. Dell'Europa colpisce il regresso: la Spagna perde posizioni, la Francia precipita. 

"È relazionale il cuore del problema", sostiene l'economista Stefano Bartolini nel recente "Manifesto per la felicità" (Donzelli): i redditi sono cresciuti, ma non in misura tale da compensare il deterioramento delle relazioni familiari. "Aumento della solitudine, della paura, del senso di isolamento, della diffidenza, dell'instabilità delle famiglie, delle fratture generazionali", tutto ciò allontana la felicità. E gli italiani sarebbero tra i più scettici sulla possibilità di cambiare le cose. Ma si può rimediare? Mentre la felicità diventa obiettivo dell'azione politica, Bartolini suggerisce di cominciare a "cambiare l'anima degli spazi urbani, per orientarli a fini relazionali": sarà un caso, ma proprio a Città del Messico ("el Monstruo"), l'amministrazione ha investito in spiagge urbane, piste ciclabili, nuovi spazi di aggregazione. E il movimento per le città felici si muove ormai in tutto il mondo: da "Forbes" l'ultima classifica "The World's Happiest Cities" mette al top Rio de Janeiro.

"Nella comunità c'è la bussola della vita. Senza comunità si smarrisce la direzione", ribadisce Luciano Stella, ideatore del festival L'arte della felicità (www.artedellafelicita.com ), incontri e conversazioni sul tema, da seu anni a Napoli: "C'è in questi immigrati una capacità di intravedere un'evoluzione sociale e personale. C'è senso del futuro: i sacrifici estendono le proprie possibilità. La condizione che oscura gli occidentali è non capire che la nostra gioia è correlata agli altri. Ed è il risultato di un alto "artigianato" personale: si può essere felici solo a patto di stare nel flusso della vita, di accettare che la felicità non è mai assoluta o per sempre. E ha bisogno di uno sguardo largo, di una prospettiva decentrata: in questo modo, la mia infelicità non sarà mai schiacciante". 

Certo è che dopo anni di slogan e di pressioni su una felicità a tutti i costi, sembra arrivato il tempo di ridefinirne la nozione. Di lanciarne una nuova versione, più ancorata a valori spirituali o all'impegno sociale, meno a obiettivi materiali. Ed è il sempre invocato Buthan, che ha sostituito al Pil la Gross National Happiness, la Felicità nazionale lorda, a indicarne la traiettoria. Lo ha appena spiegato il primo ministro del minuscolo Stato himalayano Jigmi Y. Thinley, al Festival dell'Economia di Trento: "Volete una nazione felice? La felicità poggia su quattro parametri: sviluppo equo, sostenibilità ambientale, promozione della cultura e delle relazioni, buongoverno". È la felicità 2.0.

Pra se pensar ....

Desespero anunciado

Desespero anunciado Para que essa agonia exorbitante? Parece que tudo vai se esvair O que se deve fazer? Viver recluso na pr...