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Montaigne: filosofia e salute

«Non aspettiamoci da Montaigne prese di posizione sui massimi sistemi del mondo. La sua è una filosofia pronunciata a bassa voce,la sera, prima di prendere congedo per andare a dormire. Ma non inganniamoci: una filosofia da camera come questa va direttamente al fondo delle cose e, più ancora, al fondo delle persone.» Ci sono persone che non sono in grado di ascoltare le varie dimensioni del loro essere. E questo perché cingono di schermi e barriere la loro interiorità. Sono tutte prese dai loro pensieri, dalle loro mete, dai loro progetti. Vogliono apparire più che essere. Desiderano presentare agli altri un'immagine di sé illusoria per rendersi potenti o interessanti. Sono quindi perennemente in ansia.
A questa schiera sicuramente non appartiene Michel de Montaigne. Tutta la sua opera più importante, i Saggi, è dedicata a svelare il suo essere, a mostrarcelo senza abbellimenti e orpelli di alcun genere. Nel fare ciò il filosofo non costruisce solo una sorta di autobiografia interiore. Al contrario, ha in mente qualcosa di ancora più importante per noi. Ci chiede implicitamente di fare come lui: di far convergere l'attenzione verso il centro del nostro essere. Di accordare uno spazio sempre maggiore agli aspetti privati dell'esistenza, all'interesse che si nutre verso se stessi. Insomma, Montaigne non vuole offrire alcun modello da imitare, né dare una lezione di vita. Non ci parla da una cattedra, non usa toni accademici o un linguaggio ricercato. Si rivolge a noi con termini semplici per rendere trasparente il suo animo.
Le frasi che utilizza non hanno nulla di costruito: sgorgano dalla sua anima con la forza della spontaneità. Trasportano con esse quella carica emotiva che le fa sentire nostre; che ci spinge a confrontarle con la nostra vita e a farne un tesoro da consultare ogni volta che ci sentiamo in difficoltà. Montaigne si offre dunque come un amico che ha un'esperienza più navigata, che ha saputo trovare con la propria anima quella sintonia a cui ognuno di noi aspira. Un amico che ci vuole indicare la via per incontrare noi stessi. E questo è un elemento di grande fascino che ce lo fa amare. Ma rappresenta anche la ragione per cui abbiamo dedicato questo volume proprio a lui....
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