CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

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JOTA QUEST

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A coleção das placas mais inusitadas do planeta

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Baboseira - Página inicial

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A Santa Sé

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Jota Quest - O Sol original

O Sol Jota Quest

O VENTO - JOTA QUEST

Jota Quest - Já Foi

Maria Bethânia no show

BENTO XVI EM APARECIDA

Vanessa da Mata e Ben Harper - Boa Sorte / Good Luck

Eh D+, a música, o dueto,... td perfeito...

Natiruts Reggae Power - 2 - Natiruts Reggae Power

Eh raggae....eh td de bom !

Lulu Santos - Deixe q Digam (Fortaleza)

Ta lega né!

Amigos de sempre e para sempre

Amigos de sempre e para sempre
A amizade e a liberdade é o que nos prende!
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Amizade é vida!

Amigos por todo o mar!
S


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AO AMIGO QUE VOLTA


SÊ BEM-VINDO, MEU AMIGO!

MINHA SAUDADE AGRADECE TUA VOLTA.

MINHA SOLIDAO TE ABRAÇA.

MINHA ESPERA CHEGA AO FIM.

TUA AUSÊNCIA MEXEU COMIGO.

QUASE DESAPRENDI A SER FELIZ!

ONDE ANDASTE...

QUE SONHOS REALIZASTE...

OU FOI TUDO APENAS SOLIDÃO...

AGORA, DE NOVO, EM CASA,

VEM PRA JUNTO DE MIM,

E PARTILHA DA FESTA DE MEU CORAÇÃO (PE. ZECA)

MENINO NA BIBLIOTECA

Leio que em Astorga inauguraram uma biblioteca pública, e o coração me salta como que ferido de alegria. Porque essa cidade só teria uma lacuna: não tinha nela onde conseguir livros que atraísse os olhares. Suponho que essa era a falha comum das cidades dos anos 30, porém não posso entender como os políticos se preocupavam que uma cidade tenha parques ou fogos artificiais nas festas, porém não se sentiam mutilados se os pequenos vivíamos de mendigo da alma.
Afortunadamente na minha casa tinha alguns livros, e meus pais sabiam que, para mim, não tinha Reis maiores que os que traziam os livros. Mas mesmo assim nenhum deles matava a sede de leitor que eu trazia dentro de mim. Estou seguro que se na minha infância tivesse uma máquina fotográfica em minha casa, a imagem que mais se repetiria no álbum era minha, lendo e lendo sem me dar conta do mundo que girava ao nosso redor (digo nosso porque sempre considerei os livros como autênticas pessoas).
Quando cheguei ao seminário me deparei com uma grande biblioteca, mas sempre fechada, sem que os estudantes a freqüentassem. Confesso que a parte mais fúnebre da minha infância é não ter lido muito mais livros, ainda que a culpa não seja minha, mas porque na minha cidade não tinha uma biblioteca pública...Por isso, como não me sentir feliz, ao pensar que os meninos de hoje tenham tão grande oportunidade em suas vidas? Porque não quero sequer pensar que eles, tendo essa impagável oportunidade, prefiram a televisão.
Aquela infância sem oportunidade de ler muitos livros, foi um estímulo para que sempre esteja com um livro entre as mãos. Ainda hoje, quando repasso a história de minha vida, separo seus capítulos por livros: desde que li a Baleia até que me enamorei de Camilo Castelo Branco; desde que devorei a Serra dos dois Meninos, de Aristides Fraga Lima, até que descobri Machado de Assis, Lima Barreto e Jorge Amado; desde que memorizei os versos de Castro Alves até o dia que se me deslumbraram os Irmãos Karamazov de Dostoiévski; depois me encantei com São Bernardo, Meister Eckeart, Schelling, From, e assim até hoje.
Poderão dizer isso amanhã os meninos de hoje? Não estou muito seguro. Porque, quando vejo os filhos de meus amigos tragar ruminantes horas e horas de televisão, temo que se acostumem a esse tipo de “alimentos digeridos” y que cheguem a carecer desse agradável valor que supõe o por em marcha a própria imaginação. Recordo-me que o que mais me impressionou nesse mundo encantado dos livros foi o que disse Bradbury no seu livro chamado Fahrenheit 451: Se os livros fossem proibidos e as pessoas deixassem de os ler, não porque fossem proibidos de ler, mas porque o público abandonasse a leitura espontaneamente. Os jornais morriam como enormes borboletas, ninguém desejava voltar a lê-los. Quando desapareceram, ninguém sentiu a falta...
Isto será possível? Essa sim que seria a pior bomba atômica, a mais limpa de todas: a que esvaziaria aos homens por dentro, sem que eles mesmos se dessem conta. Posso gritar aos pais que livrem os seus filhos desse possível espanto? Posso suplicar aos governantes que apliquem seu dinheiro em bibliotecas, ainda quando fazer isso seja menos demagógico, conquiste menos votos e não permita luzir seus faróis tanto quando inauguram uma castelo no ar ou colocam palanques nas praças?
O que sabemos, sabemos entre todos, pois gênios não existem, o que existe são pessoas que têm muitas cabeças porque leram muitos livros e porque souberam os assimilar. A leitura é medicina da alma. Não quero que os meninos de hoje recordem no século XXI as bibliotecas somente como um lugar cheio de poeira e povoada somente de chaves e cadeados.




Pe. Jorge Ribeiro

ANGUSTIA E DESESPERO

O desespero, essa doença do eu é a doença mortal. O desesperado é doente até a morte. a Consciência angustiada entende o cristianismo, como um animal esfomeado; se lhe coloca diante duma pedra ou um pedaço de pão, entende que um é para se alimentar e o outro não; nesse sentido a consciência angustiada entende o Cristianimo. Assim, se o homem permanece sem a possibilidade seria como se lhe faltasse o ar. A ngústia destruirá próprio aquilo que ela mesmo produz. A angústia descobre o destino; mas quando o indivíduo quer confiar-se ao destino, a angústia muda direção e leva adiante o destino; porque o destino é como a angústia e a angústia é, como a possibilidade, uma carta estragada. (...).

Evangelização e catequese

Vivemos num mundo meio paganizado e materializado. E neste mundo temos que nos perguntar: o que é ser cristão? Como alguém se torna cristão? Por meio da preparação aos sacramentos, na catequese e na evangelização, nos propomos responder a estas perguntas. Interrogações, aliás, que existiam desde o começo da Igreja e atravessaram os séculos.
A sociedade mudou: aumenta a exclusão social, a concentração de renda e a violência. Há confusão e relativização de valores; os meios de comunicação social influenciam no modo de viver; as famílias têm dificuldade de passar a fé para as novas gerações; muitas são as propostas religiosas; o proselitismo é agressivo e o catolicismo é criticado pelas igrejas evangélicas. Nosso contexto social, cultural e religioso “exige” uma séria iniciação cristã.

Amizade

A amizade é uma conquista diária, é um processo inacabado e em constante transformação, que faz experimentar a alegria e a felicidade no próprio processo, não na conquista ou na chegada; é como uma passeio em tarde de primavera, a beleza está na contemplação do proprio caminhjo, não no lugar de parada. A amizade é a porção da divindade recaída em cada ser humano, é o modo de se manifestar de quem percebe a vida como dádiva, presente e desafio. A amizade é o vínculo de quem aprendeu a superar o imediatismo e o materialimo para se jogar no mar de sonhos e de poesia, é lugar de quem saboreia a vida como uma criança que se delicia com doces. A amizade é o que há de mais eterno e divino ao alcance dos simples mortais.
MOMENTO DE REFLEXÃO E DE CONTEMPLAÇÃO DO HORIZONTE QUE VISLUMBRA PELA BUSCA DO ABSOLUTO...

Ideias

A ignorância de Deus é um fato transitório. Os mais avançados estudos antropológicos não detectaram ainda pessoas que tenham passado pela vida sem nunca haverem tido uma noção de Deus. Homens destituídos de toda idéia sobrenatural, que laborassem num completo agnosticismo. É que a natureza toda é ordenada pela inteligência divina. Seria uma anormalidade, um fato patológico, um caso de total omissão de um vislumbre desta questão que se põe necessariamente a quem tem o uso da razão, mesmo que esteja fora de qualquer convívio comunitário. Não pode se dar uma incognoscibilidade radical de Deus. Houve etnólogos que pensaram ter descoberto uma tribo primitiva da Polinésia, vivendo sem contato com o mundo, que parecia inteiramente atéia. Um juízo correto sobre as estruturas psíquicas de uma povoação mal conhecida, torna-se impossível. Além disto, uma única exceção não é prova válida para a tese que quisesse contestar a conaturalidade da religião no pensar racional. Há uma expressão profundamente feliz de Plutarco: “Se saís pelo mundo, encontrareis povos e cidades sem muralhas, sem cultura, sem reis, sem casas, sem riquezas, sem dinheiro, sem teatros nem lugares para exercícios físicos. O homem, porém, nunca viu, nem verá cidade alguma sem templos e deuses, ou que não faça uso da oração, dos juramentos, das adivinhações e dos sacrifícios para a obtenção de bênçãos e benefícios e o afastamento de maldições e calamidades”.1 Platão ajunta seu testemunho: “Todos os homens, que tenham algum grau de sensatez, no começo de toda empresa, grande ou pequena, invocam a Deus”.2 Além disto, agrupamentos humanos sem nenhuma crença, não os há. Quatrefages assim se expressa: “Obrigado a passar em revista todas as raças humanas, procurei o ateísmo entre as mais degradadas e as mais elevadas. Não o encontrei em lugar nenhum a não ser no estado individual... O ateísmo só existe em estado errático. Tal o resultado de uma investigação que posso chamar conscienciosa e que comecei muito antes de subir à cátedra de antropologia”.3 Categórico foi Tiele: “Nunca se encontrou tribo ou nação que não acreditasse em seres superiores; os viajantes que disseram o contrário foram depois contraditados pelos fatos”.4

TRAÇOS DA FILOSOFIA MODERNA

A Filosofia Moderna pode ser caracterizada pelo seu rompimento com a tradição anterior: ruptura religiosa que se inicia com LUTERO (livre exame da Bíblia e independência de qualquer autoridade) e ruptura filosófica que começa de forma mais radical com DESCARTES (pretensão de reconstruir tudo a partir de alicerces novos)।
O humanismo renascentista, em que se rejeitam os valores medievais de uma sociedade teocêntrica, na busca da liberdade e independência que caracterizarão o novo firmamento cultural de uma sociedade antropocêntrica, desembocará no iluminismo revolucionário, que porá fim à Idade Moderna, sem, no entanto, diferenciar-se de seus pressupostos ideológicos।
O que se verifica a partir da Filosofia Moderna é uma desagregação do pensamento (rompimento do todo harmônico que constituíam a Filosofia e suas partes {Metafísica, Ética, Psicologia, Cosmologia, Lógica} com as ciências particulares {Política, Sociologia, Física, Biologia, Direito, etc.}, cuja raiz está precisamente na nova postura adotada diante do real: imanetismo que começa com o racionalismo de Descartes, passando por Espinosa e Kant, até desembocar no idealismo absoluto de Hegel. É a filosofia em que a elucubração mental passa a ser o real. E o mundo exterior um mero reflexo do pensamento humano. Trata-se da mais radical independência: a independência da realidade.

A felicidade é ter amigos!!!

Pensamentos: o mundo é um teatro, vivemos histórias e estórias de maneira paralela; a vida é um constante aprendizado e o laboratório existencial de cada um; o medo paralisa e faz ir alem dos próprios ideais; os outros são seres que garantem a realidade de minha existência; Deus é o garante de minhas esperanças; Ele é necessário, do contrario, eu me desespero; religião é o veículo facilitador ou ilusório de minha relação com o absoluto; é o lugar onde celebro minha crença de maneira coletiva ou comunitária; a filosofia é o âmago de uma vida com significado; deixe-me sem pão ou café, mas não sem a filosofia; suicídio é sempre uma possibilidade real, sempre às portas, podendo socorrer em todos os momentos; morte é a conclusão necessária de uma proposta; felicidade é viver intensamente o momento presente; os amigos são espelhos onde minha vida goza a felicidade, sem amigo a vida não tem sabor, seria como um amontoado de ossos. Livros: verdadeiros confidentes, sem eles a história seria em gavetas e não haveria a possibilidade de recriar horizontes.

Pra se pensar ....

Desespero anunciado

Desespero anunciado Para que essa agonia exorbitante? Parece que tudo vai se esvair O que se deve fazer? Viver recluso na pr...