Posse no Tomba








A esperança não engana, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espirito Santo que nos foi dado” (Cfr. Rm 5, 5).




Estimados irmãos e irmãs: saúdo-vos com afeto e agradeço imensamente as vossas presenças! Verdadeiramente me alegro por isso e rogo a Deus bênçãos e graças sobre todos vos!  


As minhas palavras e os meus sentimentos, neste momento singular, direcionam-se em duas linhas, que me parecem concentrar o que estamos vivendo hoje: agradecimento e esperança.
                                                                                                                                 
Agradeço a Deus e a minha família que me geraram e geram para a vida, primeiro e imprescindível dom e fonte de todas as outras possibilidades!

Agradeço a Igreja e sua presença particular na Arquidiocese de Feira de Santana, que me constituiu e me conduz no ministério presbiteral e  da qual recebo a missão e o serviço nesta Paroquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (assim agradeço Dom Itamar, Mons. Luiz que preside esta Eucaristia, Pe. José Carlos que me precedeu aqui nesta paroquia, Pe. José Cicero vigário forâneo  e a todos os presbíteros e diáconos da Arquidiocese de Feira, especialmente os irmãos aqui presentes). Aos seminaristas e religiosos: perseverança e simplicidade: Deus se revela aos humildes!

Agradeço aos amigos, de modo especial aos presentes: a vossa amizade é o motor que me ajuda manter viva a esperança pois é na vossa amizade que experimento mais de perto o abraço de Deus que acolhe e não me abandona em nenhum momento!

Aos paroquianos: agradeço imensamente o acolhimento e a confiança esperançosa de Todos! Que a força animadora do Espirito de Deus nos ajude a caminhar juntos, sem nunca desistir: a trabalhar juntos para o bem de todos; a superar juntos todas as dificuldades e divisões que possam nos ameaçar; a conquistar juntos novos e necessários objetivos que favoreçam a nossa perfeição para o Reino de Deus! Juntos: padre, diácono, religiosos, seminaristas, funcionários, animadores de pastoral e de comunidades e todo o povo de Deus…, somente juntos podemos pensar e viver numa Igreja e numa comunidade que manifesta e testemunha a sua fé em Cristo Jesus, que veio trazer a paz e a unidade entre os filhos de Deus.

Que Nossa Senhora do Perpétuo Socorro interceda e nos acalente com seu amor de mãe para alcançarmos estes santos propósitos!  Amem!


Pe. Jorge Ribeiro
Tomba, Feira de Santana – Bahia
09 de fevereiro de 2014






Escravos de quem?

Escravos moderno



Nas letras da lei, a escravidão está extinta, porém, em muitos países, principalmente onde a democracia é frágil, há alguns tipos de escravidão, em que mulheres e meninas são capturadas para serem escravas domésticas ou ajudantes para diversos trabalhos. Há ainda o tráfico de mulheres para prostituição forçada, principalmente em regiões pobres da Rússia, Filipinas e Tailândia, dentre outros países.
A expressão escravidão moderna possui sentido metafórico, pois não se trata mais de compra ou venda de pessoas. No entanto, os meios de comunicação em geral utilizam a expressão para designar aquelas relações de trabalho nas quais as pessoas são forçadas a exercer uma atividade contra sua vontade, sob ameaça, violência física e psicológica ou outras formas de intimidações. Muitas dessas formas de trabalho são acobertadas pela expressão trabalhos forçados, embora quase sempre impliquem o uso de violência.
Atualmente, há diversos acordos e tratados internacionais que abordam a questão do trabalho escravo, como as convenções internacionais de 1926 e a de 1956, que proíbem a servidão por dívida. No Brasil, foi somente em 1966 que essas convenções entraram em vigor e foram incorporadas à legislação nacional. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) trata do tema nas convenções número 29, de 1930, e 105, de 1957. Há também a declaração de Princípios e Direitos Fundamentais do Trabalho e seu Seguimento, de 1998.
De acordo com o relatório da OIT de 2001, o trabalho forçado no mundo tem duas características em comum: o uso da coação e a negação da liberdade. No Brasil, o trabalho escravo resulta da soma do trabalho degradante com a privação de liberdade. Além de o trabalhador ficar atrelado a uma dívida, tem seus documentos retidos e, nas áreas rurais, normalmente fica em local geograficamente isolado. Nota-se que o conceito de trabalho escravo é universal e todo mundo sabe o que é escravidão.
Vale lembrar que o trabalho escravo não existe somente no meio rural, ocorre também nas áreas urbanas, nas cidades, porém em menor intensidade. O trabalho escravo urbano é de outra natureza. No Brasil, os principais casos de escravidão urbana ocorrem na região metropolitana de São Paulo, onde os imigrantes ilegais são predominantemente latino-americanos, sobretudo os bolivianos, e mais recentemente os asiáticos, que trabalham dezenas de horas diárias, sem folga e com baixíssimos salários, geralmente em oficinas de costura. A solução para essa situação é a regularização desses imigrantes e do seu trabalho.
A escravidão no Brasil foi extinta oficialmente em 13 de maio de 1888. Todavia, em 1995 o governo brasileiro admitiu a existência de condições de trabalho análogas à escravidão. A erradicação do trabalho escravo passa pelo cumprimento das leis existentes, porém isso não tem sido suficiente para acabar com esse flagelo social. Mesmo com aplicações de multas, corte de crédito rural ao agropecuarista infrator ou de apreensões das mercadorias nas oficinas de costura, utilizar o trabalho escravo é, pasmem, um bom negócio para muitos fazendeiros e empresários porque barateia os custos da mão de obra. Quando flagrados, os infratores pagam os direitos trabalhistas que haviam sonegado aos trabalhadores e nada mais acontece.
De modo geral, o trabalho escravo só tem a prejudicar a imagem do Brasil no exterior, sendo que as restrições comerciais são severas caso o país continue a utilizar de mão de obra análoga à escravidão. Como é público e notório que o Brasil usa trabalho escravo, sua erradicação é urgente, sobretudo para os trabalhadores, mas também para um bom relacionamento comercial internacional.
Criada em agosto de 2003, a Comissão Nacional Para a Erradicação do Trabalho Escravo (CONATRAE), órgão vinculado à Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, tem a função de monitorar a execução do Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo. Lançado em março de 2003, o Plano contém 76 ações, cuja responsabilidade de execução é compartilhada por órgãos do Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público, entidades da sociedade civil e organismos internacionais.
Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

O MUNDO MODERNO

O Mundo Moderno: Século XX o século que foi Breve




Por: Bruno Ferreira

“A Europa começou a I guerra Mundial confiante domínio de grande parte do território do globo. Mas os custos humanos e econômicos do conflito levaram a um período de turbulência que engolfou o continente e também ajudou a dar inicio à Revolução Russa. Após a II Guerra Mundial, o continente foi forçado a abandonar a maioria de suas colônias, entrando num processo de unificação  política, enquanto a Guerra Fria  - conflito ideológico entre os EUA capitalistas e a URSS comunista – Assumia a centralidade. O final dessa luta, nos anos 1990, prometia uma nova era de paz, mas logo teve inicio um período de incertezas políticas e disputas regionais.”

O mundo que temos hoje não nasceu na revolução francesa, mas a nova ordem foi construída no ultimo século, através de um conjunto de pontos como político, econômico, tecnólogo, militar e cultural.
Podemos falar do ponto político a nascente onda revolucionaria de uma política que começa com as ideias de Karl Marx logo vemos que essas ideias ganharam o mundo e principalmente a classe trabalhadora, explorada durante séculos eclodindo na Rússia a tomada dos trabalhadores no poder, a partir daí o século XX se divide em duas versões da política que ganha maior força depois da segunda guerra mundial na chamada guerra fria.
No campo econômico o capitalismo quebra em 1929 fazendo deste modo a chegada de uma política autoritária e preconceituosa o fascismo e o nazismo e  o grande rápido desenvolvimento de Japão, Alemanha e Itália a economia cresce como nunca antes e o sistema capitalista decai em a famosa crise da bolsa de Nova York outra igual só ocorreria em 2008.
Com duas guerras e vários conflitos militares no ultimo século a tecnologia foi grande aliada, para que isso fosse acontecer cada vez mais rápido varias tecnologias apareceram, como computador, satélites, foguetes e também armas cada vez mais arrojadas como metralhadoras, tanques de guerra e a mais perigosa de todas as armas a bomba atômica.
O campo das comunicações evoluiu muito graças a chegada do homem a lua por meio de novas tecnologias. No campo das guerras a maior de todas a II guerra, foi consequência da I guerra um rancor e um ódio racista também motivou Adolf Hitler a fazer o maior massacre humano da história.
               Ao final de duas guerras o capitalismo nunca lucrou tanto com tantas vendas e empréstimos que a grande potencia os Estados Unidos fez a Europa toda fragmentada e dividida entre poderes econômicos distintos, ao longo da segunda metade do século as colônias da áfrica e Ásia ficaram independentes de suas metrópoles.
             O mundo caminhava para uma bipolirazaçao mas antes disso acontecer a Rússia entra em crise o muro de Berlim cai, deixando de existir a União soviética em 1990 a partir daí o mundo cresce e se capitaliza cada vez mais a Europa se une e forma um bloco econômico ao final da ultima década e rapidamente vemos o século que mais transformou a humanidade se acabar durante esse século a cultura humana se multiplicou através desses novos meios de comunicação como radio, TV, telefone e internet e cinema as artes e a vida foi retradas cada vez mais e mais fazendo do homem voltado mais para si próprio deixando de ser Teocêntrico e passando a ser cada vez mais  racional.


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EPIFANIA: ADORA SOMENTE A DEUS!!

Adorar significa reconhecer que não somos nada, mas que Deus, em nós, é tudo!

Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele, e o adoraram” (Mateus 2, 11).
Nós hoje celebramos a Epifania do Senhor, para alguns a Festa de Reis, pois celebramos o dia em que aqueles três magos do Oriente saíram e foram ao encontro do Senhor. Foram até Jerusalém, queriam saber quem era o Messias, ou melhor, quem era o Rei dos judeus que acabara de nascer.
O que buscavam aqueles magos? O que buscavam aqueles três homens guiados por uma estrela? Eles buscavam o Rei! Eles buscavam uma luz, eles buscavam uma direção! O fato de eles serem magos nos dá a certeza de que eles eram investigadores, de que eles estudavam, e estudavam muito para conhecer os segredos da Terra, do mar e de todas as coisas. Alguns hoje continuam estes estudos por intermédio da astrologia; e também de outras coisas que não levam a nada, pois algumas pessoas acreditam em horóscopo, algumas pessoas querem saber a sua sorte com a ajuda do zodíaco. Tudo erro, tudo fantasia!
Os magos do Oriente, hoje, nos mostram que é preciso deixar para trás tudo aquilo que é engano e ilusão. E seguir uma única Estrela que há no céu, nos apontando que só existe apenas uma Luz que nos pode salvar. Herodes tentou atrapalhar o caminho desses homens, Herodes tentou atrapalhar o caminho da humanidade ao fingir que, falsamente, iria adorar o Senhor. Mas esses três homens chegaram e encontraram o Menino Jesus deitado em uma manjedoura, com Seu pai e com Sua mãe. Ao virem o Senhor os três reis magos O contemplaram, prostraram-se diante d’Ele e O adoraram .
Quando nós adoramos verdadeiramente a alguém, no sentido pleno e profundo da palavra, significa que não há outro, que não existe outro, somente este é Deus e Senhor, somente Ele merece adoração e prostração; somente Ele nos dá a vida, salvação e libertação. Toda a ciência que estes magos conheciam, naquele momento encontra o sentido pleno na Pessoa de um Menino a quem eles adoram.
O ato de adorar é o gesto místico e religioso mais profundo que existe. Adorar é reconhecer a nossa pequenez, que não somos nada e que o Senhor é tudo! Adorar significa reconhecer a grandeza de Deus e a nossa pequenez. Adorar significa reconhecer que não somos nada, mas que Deus, em nós, é tudo!
Só aqueles que têm humildade de coração, só aqueles que realmente encontram em Deus o refúgio para suas vidas, e que reconhecem n’Ele o Senhor e o Salvador, é que podem adorá-Lo em espírito e verdade. São esses os adoradores pelos quais o Pai procura. E além de Maria e José e os pastores, naquele momento começam a chegar os primeiros adoradores do Senhor: estes três homens que se prostram diante do Senhor para reconhecê-Lo.
Eu e você precisamos ser adoradores somente do Senhor! É hora de abandonarmos ídolos, cultos a pessoas, ídolos do futebol, do rock, da música, ídolos de qualquer espécie! É hora de abandonarmos as fantasias que se criaram em nós por meio de astrologia, de falsas ciências, de falsas filosofias e reconhecer que somente Jesus Cristo é o Senhor da nossa vida.
Adorado, glorificado e exaltado seja o Senhor nosso Deus! Adorado seja o Menino Jesus, Aquele que nasceu para ser o nosso Salvador! O Salvador de toda a humanidade!
Que Deus abençoe você!

IL MITO DELLA FINE

Il mito della fine


La fine è qualcosa che affascina e mette paura allo stesso tempo; noi siamo attratti dello sconosciuto e dell’avvenire, ci piace formularne delle ipotesi, suggerimenti e prevenzioni. Per questo, fra altro, la fine o il divenire conquista molto, le persone si mettono apprensive, cercano delle indicazioni e molto reticenti.
Con la fine dell’anno o capodanno non è diverso, la gente si aggira intorno a cose, vestiti, superstizioni per garantire, di alcun modo, il successo dell’anno avveniente; anche le feste, le cene, le ballate come si tutto arrivasse alla conclusione. Ha qualcosa di vero, ma anche qualcosa di velato e di pauroso, appunto come a tutti i miti.
Il mito della fine porta tante persone a riflessione ma anche all’esasperazione, finisce un ciclo e cosa si è fatto, almeno cosa si è realizzato di buono e di utile? Quale il senso di tante fatiche e tante corse? Abbiamo vissuto e goduto le opportunità e sfruttato le belle occasioni? Abbiamo raggiunto qualche meta oppure siamo indifferente al tempo che scorre tra le dita?
Quale i sogni ci rimangono? Quali i nostri propositi per la strada che si apre davanti? Che cosa ringraziamo e cosa attendiamo per il divenire? Noi siamo  disposti a essere generosi con le chance che incontreremo lungo la via da percorrere? Queste domande manifestano le preoccupazioni dell’interrogativo che l’incertezza e il mistero del futuro ci poni ma anche la bellezza di tuffare dentro una realtà nuova e piena di possibilità.  Buon fine e buon inizio anno a tutti


O MITO DO FIM

O fim é algo que fascina e dá medo ao mesmo tempo; somo atraídos pelo desconhecido e pelo vindouro, gostamos de formular hipóteses, sugestões e prevenções; mesmo as festas, os jantares, as danças como se tudo chegasse à conclusão. Tem algo de verdadeiro, mas também algo de encoberto e de tremendo. Como em todos os mitos.
O mito do fim leva tantas pessoas à reflexão e também à exasperação, acaba um ciclo e o que se fez, ao menos o que se realizou de bom e de útil? Qual o sentido de tantas fadigas e de tantas correrias? Vivemos e gozamos as oportunidades e desfrutam as belas ocasiões? Alcançamos alguma meta ou somos indiferentes ao tempo que corre entre os dedos?

Quais sonhos permanecem? Quais os nossos propósitos para seguir a estrada que se abre diante? O que agradecemos e o que  esperamos do futuro? Estamos dispostos a ser generosos com as chances que encontraremos ao longo da estrada a percorrer?  Essas perguntas manifestam as preocupações do interrogativo que a incerteza e o mistério do futuro nos coloca, mas também a beleza de mergulhar numa realidade nova e cheia de possibilidades. Bom fim de ano e feliz ano novo para todos‼

Sobre a familia

Olhando a família de Jesus, Maria e José, o que nos inspira?



Os relatos bíblicos e os costumes de entao, assim como os de hoje nos dizem que um família feliz família é uma família sem problemas ou dificuldades, mas uma família que na coesão e no respeito mutuo busca superar as próprias e seguir a estrada que seja a mais justa e mais coerente, ainda que exija sacrifícios, dores e renuncias.
A realidade da família deve ser uma realidade de amor, de comunhão e acolhimento, mas também de família, de dialogo e de verdade. Quando a família vem pautada nos pilares da verdade, ela nao se deixa enganar pelos falsos ídolos e sonhos; quando vem alicerçada pelo respeito, da-se a ídolos e o acolhimento, o que pode custar muito em algumas situações, mas que se pode superar; e, por fim, o dialogo, esse é indispensável para o amadurecimento e para o fortalecimento da indispensável, como de qualquer outro vinculo que possamos estabelecer: o dialogo é o meio mais contundente de se alcançar a justiça e a veracidade nos relacionamentos; e na família, quando se tem a capacidade de conversar juntos, e nao impor ou determinar ou esconder os fatos, pode-se crescer de maneira ordenada e pode alcançar o equilíbrio necessário para viver a serenidade e a retidão.
Olhando a Santa retidão de Nazaré, vemos as suas dificuldades, os seus medos e seus desencontros, mas tem um laço de amor que une cada pessoa na comunhão e para o bem de todos. Essa maravilha do estar juntos ainda que comunhão se compreenda tudo, ajuda e nao pouco, que a nao tenha um propósito conforme a vontade de Deus e, sobretudo, que nao se desanime perante os percalços; o maior milagre que se pode viver na família é aquele de família deixar que a separação externa e\ou interna coloque obstaculos entre os membros da mesma, ou seja, que além dos gostos, idéias e separação, que todos e cada um saiba o seu lugar nesta pequena comunidade e que todos colaborem para o crescimento harmonioso da célula familiar.
Os exílios, as perseguições e as incompreensoes que a família Sagrada experimentou é também um incentivo e uma luz para que nossas famílias sigam as indicações do Senhor mais que as próprias conveniências e que quando se escuta Deus se chega à terra da felicidade.
Que a Sagrada Família de Nazaré interceda por cada uma de nossas famílias!!
Amem

IL NATALE CON I POVERI

L’umanità e la giovinezza di Gesù, il Dio nostro





Offriamoci dei regali perché Dio
Ci ha donato un Regalo senza prezzo;
Ci ha offerto se stesso in un Bambino!



Il progetto dell’uomo è farsi Dio. Il Natale proclama e celebra il più grande evento della storia: il Verbo si è fatto carne e ha messo la sua dimora fra noi (Gv 1,14). Accaso abbiamo riflettuto a sufficienza cosa significa Dio farsi uomo? Dio, il nome che il linguaggio umano ha pensato per esprimere l’assoluto Senso del mondo, il definitivamente Importante dell’esistenza, la suprema Realizzazione di ogni bene che si possa immaginare, l’eternità dell’Amore e la perennità della Felicità, proprio questo e non qualsiasi altra cosa si è fatto uomo. La portata di simile affermazione ci sfugge: solo ci resta l’ammirazione e la stupefazione.
Possiamo riflettere – per celebrare bene e godere meglio – com’è questo Dio che nutre simile simpatia per gli uomini. Adesso vogliamo guardare l’altra parte e domandarci: Chi è l’uomo perché Dio ha voluto essere uno di loro? Quale grandiosità c’è nell’uomo per affascinare così il Supremo?
Oh uomo, chi sei tu? A ogni esistenza palpita questa domanda. La risposta non si trova in nessun libro. Ogni persona deve rispondere per se stessa. In questo tutto si decide il senso assoluto o l’eterno fracasso.
Oggigiorno, più che mai, abbiamo le informazioni più accurate sull’uomo.  Nonostante tutta la nostra conoscenza non sappiamo cosa sia l’uomo. Sembra che sappiamo ancora mano dai nostri ancestrali sul senso della gioia e della tristezza, della vita e della morte. Oh uomo chi sei tu?
Gli ultimi secoli hanno inflitto all’uomo tre gravi umiliazioni: quella cosmologica, quella biologica e quella psicologica (Freud). Noi cristiani possiamo ammettere una quarta umiliazione, la più antica fra tutte, quella religiosa.
Queste quattro umiliazioni ci fanno vedere la piccolezza umana, della dimensione delle tenebre che sorvolano il suo mondo,  della carica di negatività che circola nella sua storia.
E proprio queste umiliazioni procurano le possibilità di una grandiosità ancora più grande della persona. Come afferma Pascal: l’uomo è una canna pensante, fragile, così fragile da morire con una goccia d’acqua ma questo essere è l’unico nella creazione a sapere della propria fragilità. Qui si trova la sua maestà.
Chi è l’uomo? È miseria e nobiltà. La sua nobiltà è ancora più grande quanto nasce della sua miseria. Fondamentalmente l’uomo sorge come un’interrogazione aperta. È ansia di pienezza, nostalgia infinita e grido negli immensi spazi vuoti.  Chi lo risponderà? Cerca l’Infinito e soltanto trova i finiti. Cerca un Amore assoluto e soltanto s’incontra con abbozzi che esasperano ancora di più la sua investigazione. Qual è il proposito dell’uomo? Essere come Iddio: pieno, assoluto, eterno, infinitamente realizzato. Può realizzare quest’utopia? Riposare il cuore inquieto?
Quando professiamo, nella notte santa del Natale, il Verbo si è fatto carne e venne abitare in mezzo a noi, noi crediamo: Dio ha preso su di se la miseria umana e la gloria umana, ha incarnato le interrogazioni del cuore per rispondere definitivamente in positivo tutte quante (cfr. 2 Cor 1,19). Il grido umano era l’eco della voce dello stesso Dio rimbombando dentro del cuore di ognuno. Questa voce è uscita e si rivela cioè la Parola di Dio, Cristo Gesù, si è pronunciata totalmente dentro del mondo. Gesù è la grammatica che ci fa capire chi sia Dio e chi è l’uomo, l’essere capace di accogliere Dio.
Quando professiamo, nella festa del Natale, con inaudita gioia, il Verbo si è fatto carne, crediamo: Dio è qui. È venuto per sempre. Lui si chiama Gesù di Nazareth. Da questo Bambino Dio ha detto definitivamente al mondo e all’uomo: io ti amo. Questa parola di amore divino fatta carne non lascia il mondo indifferente; in Lui tutto acquista un nuovo senso; niente è più assurdo perché Dio ci ha detto: io ti amo. Nella nostra notte si accende una Luce che mai più si spingerà. Dio ha detto alla nostra solitudine, alle nostre lacrime, alle nostre angosce, alle nostre fragilità: io ti amo.
Con Cristo Gesù si è esploso e imploso l’ultimo senso per dentro e per fuori della nostra vita. In questo Bambino il mondo e l’uomo arrivarono a un bel fine: siamo arrivati a Dio. Si è manifestato il Senso assoluto. Per questo recitiamo, ma no, preghiamo fra lacrime:
“In principio era il Senso
E il Senso era in Dio
 E il Senso era Dio.
E il Senso si è fatto carne
E venne abitare in mezzo a noi.
E noi abbiamo visto la sua gloria
Gloria dell’Unigenito del Padre
Pieno di grazia e di verità”
(Cfr.  Gv 1, 1-14).




P. Jorge Ribeiro

Pra se pensar ....

Desespero anunciado

Desespero anunciado Para que essa agonia exorbitante? Parece que tudo vai se esvair O que se deve fazer? Viver recluso na pr...