Conhecimento Juridico


O conceito de direito é um dos mais tormentosos temas da filosofia jurídica. Nesse sentido, questiona-se, quanto ao conhecimento jurídico, se possui natureza científica ou não. Considerando ser ciência o corpo de conhecimento específico, dotado de objeto definido e método próprio, afirmam alguns ser o estudo do direito, invariavelmente, científico. Tomando, por outro lado, a ciência como a pesquisa que resulta na identificação de condicionantes e determinantes, outros, como Luís Aberto Warat, sustentam ser a cultura jurídica conhecimento de outra sorte, vez que as respostas se encontram fechadas em discurso ideológico pré-definido.
"Doutrina", conforme definida estritamente pelo saber jurídico, é uma das "fontes do direito", ao lado da lei, do costume e da jurisprudência. Se a expressão doutrinária é "fonte" do conhecimento jurídico, por reconhecer direitos costumeiros ou, mediante a atividade interpretativa, definir o alcance de textos jurídicos, então é forma de produçãodo direito. Logo, lei, doutrina e jurisprudência criam direito, razão pela qual, desde o antigo Direito Romano, é a Doutrina invocada pelos julgadores com fundamento de suas decisões. Essa criação, operada pela atividade doutrinária, não é atividade científica. Quando um jurisconsulto escreve uma obra descrevendo o conteúdo da lei, elencando a jurisprudência pertinente ou apresentando as diferentes visões doutrinárias sobre determinado texto legal, está realizando atividade científica. Quando, porém, emite opinião sobre o direito, sustentando o que deveriaser a lei, o costume jurídico ou a jurisprudência, está praticando a ideologia. É o caso em que a atividade passa a ser "prudência", em lugar de "ciência".
A conclusão a que se chega, portanto, é de que o direito é uma mescla entre ciência e ideologia. A produção do direito, pela via doutrinária, assim como na forma legislativa e jurisprudencial, é manifestação ideológica, que visa à mera promoção de um pensamento humano. A pesquisa dogmática do direito positivo (legal ou jurisprudencial), bem como as investigações filosóficas, históricas ou sociológicas do direito, por sua vez, são atividade científica, que se podem realizar com o mesmo grau de objetividade admissível nas ciências sociais. O estudo do direito, portanto, é ciência. O "fazer" do direito – que inclui o "doutrinar" – é "prudência", mero discurso ideológico, embasado no necessário respeito fático pelo poder social. A problemática metodológica está em confundir doutrina com ciência jurídica – o que dificilmente se conseguirá superar, vez que associar opinião ao trabalho científico já se tornou técnica própria, aceitável no círculo da pesquisa jurídica.

O deserto dos necessitados

Existe uma demente barreira entre as pessoas e ainda mais entre os povos e grupos etnicos. A categoria dos deserdados por natureza ou po ironia do destino é muito grande, assim, o deserto dos necessitados se faz ainda maior e dificil.
Com toda essa onda de crise economica e de valores, torna-se evasiva toda tentativa de ajuda que nao passe por um critério de sociabilidade e de conscientizaçao, dado que gestos perdidos de solidariedade nao alcançam a refrescar esse deserto de desespero, de morte e de necessidade de tantos irmaos nossos.
Faz-se necessario que nos organizemos, em um mutirao sem precedentrs, para dividir do nosso pouco para ajudar esses proximos: nao podemos esperar somente por instituiçoes e organizaçoes ja feitas, devmos nòs mesmos dar de comer e outros valores a esses que "caminham como ovelhas sem pastor".  E' um direito deles e um dever nosso que nos embrenhamos pelo mundo da futilidade e do desperdicio.

Nao podemos deixar que a avareza e a ganancia de proteger a propria vida e a propria propriedade seja causa de morte para milhoes de pessoas indefesas que perambulam pelo deserto da vida.

Festa na Arquidiocese de Feira de Santana


São Joaquim e Sant'Ana

26 de Julho


A- A+

São Joaquim e Sant'AnaCom alegria celebramos hoje a memória dos pais de Nossa Senhora: São Joaquim e Sant'Ana.

Em hebraico, Ana exprime "graça" e Joaquim equivale a "Javé prepara ou fortalece".

Alguns escritos apócrifos narram a respeito da vida destes que foram os primeiros educadores da Virgem Santíssima. Também os Santos Padres e a Tradição testemunham que São Joaquim e Sant'Ana correspondem aos pais de Nossa Senhora.

Sant'Ana teria nascido em Belém. São Joaquim na Galileia. Ambos eram estéreis. Mas, apesar de enfrentarem esta dificuldade, viviam uma vida de fé e de temor a Deus.

O Senhor então os abençoou com o nascimento da Virgem Maria e, também segundo uma antiga tradição, São Joaquim e Sant'Ana já eram de idade avançada quando receberam esta graça.

A menina Maria foi levada mais tarde pelos pais Joaquim e Ana para o Templo, onde foi educada, ficando aí até ao tempo do noivado com São José. A data do nascimento e morte de ambos não possuímos, mas sabemos que vivem no coração da Igreja e nesta são cultuados desde o século VI.


São Joaquim e Sant'Ana, rogai por nós!

Festa na Arquidiocese de Feira de Santana


São Joaquim e Sant'Ana

26 de Julho


A- A+

São Joaquim e Sant'AnaCom alegria celebramos hoje a memória dos pais de Nossa Senhora: São Joaquim e Sant'Ana.

Em hebraico, Ana exprime "graça" e Joaquim equivale a "Javé prepara ou fortalece".

Alguns escritos apócrifos narram a respeito da vida destes que foram os primeiros educadores da Virgem Santíssima. Também os Santos Padres e a Tradição testemunham que São Joaquim e Sant'Ana correspondem aos pais de Nossa Senhora.

Sant'Ana teria nascido em Belém. São Joaquim na Galileia. Ambos eram estéreis. Mas, apesar de enfrentarem esta dificuldade, viviam uma vida de fé e de temor a Deus.

O Senhor então os abençoou com o nascimento da Virgem Maria e, também segundo uma antiga tradição, São Joaquim e Sant'Ana já eram de idade avançada quando receberam esta graça.

A menina Maria foi levada mais tarde pelos pais Joaquim e Ana para o Templo, onde foi educada, ficando aí até ao tempo do noivado com São José. A data do nascimento e morte de ambos não possuímos, mas sabemos que vivem no coração da Igreja e nesta são cultuados desde o século VI.


São Joaquim e Sant'Ana, rogai por nós!

Palavras, palavras

Palavras sem tempo...
Palavras ao vento, ..
Palavras, descontento.

Caminho errante buscando te reconhecer no olhar de alguém,
Pura ilusao, doce decepçao e mais interrogaçao...
Multiplicam-se as desculpas e as justificativas, mas no fundo sao somente palavras...

Palavras que correm, escorrem e corroem,
Palavras que escurecem, que adormecem e que aborrecem..
Palavras de consolo, de restauro e de decoro.

Sentimentos e reticencias de vidas entrelaçadas,
Desejos e frustraçoes de almas cobiças,
Mas tudo se resume em palavras, palavras...

P. Jorge Ribeiro, 15 julho 2011, Toscana  _Italia.

Vaticano e i pescatori

Solidarietà e vicinanza ai marittimi e ai pescatori
Conclusione dell’anno sociale con il cardinale Sodano
Il Circolo San Pietro
per la carità del Papa
Nel sessantesimo dell’anniversario della prima messa celebrata proprio nella cittadina bavarese
Intitolata a Benedetto XVI
una piazza a Traunstein
Nomina episcopale
Non sono gli attacchi dei pirati il
male peggiore per gli uomini di
mare. Quel che li ferisce di più è
l’assoluta noncuranza della maggior
parte dell’opinione pubblica per la
difficile situazione in cui vivono e
lavorano quotidianamente. Di loro,
delle loro problematiche non si parla mai se non nei casi di disastri o,
appunto, quando restano vittime
della pirateria. E nessuno si rende
conto di quanto sia invece indispensabile il servizio reso dai marittimi.
La Chiesa segue da vicino le vicende della gente di mare. Già agli inizi del 1920 fu avviata una particolare assistenza spirituale per loro. Ed
è in questa ottica che domani, 10 luglio, si celebra la Domenica del mare, un’iniziativa adottata proprio per
richiamare l’attenzione su questa vasta porzione d’umanità.
Per esprimere la continuità di
questa sollecitudine pastorale Benedetto XVI proprio domani incontrerà
a Castel Gandolfo, dopo l’Angelus,
una rappresentanza delle famiglie
che hanno parenti ancora oggi nelle
mani dei pirati in varie parti del
mondo. Li accompagnerà don Giacomo Martino, direttore nazionale
dell’Apostolato del Mare. Ci saranno Nicola Verrecchia, Nunzia Nappa, Libera Lubrano Lavatera, Cosma Cesaro, Teresa Anna Costagliola Di Fiore e Adriano Bon, che gli
racconteranno delle loro preoccupazioni e speranze.
Da parte sua il Pontificio Consiglio della Pastorale per i Migranti e
gli Itineranti ha dedicato all’avvenimento un documento pastorale
«per accrescere la consapevolezza —
si legge nel messaggio a firma
dell’arcivescovo Antonio Maria Vegliò, e dal vescovo Joseph Kalathiparambil, rispettivamente presidente
e segretario del dicastero — nelle comunità cristiane e nella società in
generale, di quanto sia indispensabile il servizio reso dai marittimi, e
per far conoscere il ministero che i
Cappellani e i volontari dell’Ap ostolato del Mare svolgono in numerosi porti del mondo».
Il beato Giovanni Paolo  II non
mancò di esprimere la solidarietà e
la vicinanza della Chiesa a quanti
lavorano sul mare. Lo fece a Fano
(Ancona), il 12 agosto 1984, rivolgendosi ai marittimi e ai pescatori:
«La mia presenza oggi in mezzo a
voi — disse — vuole sottolineare che
la Chiesa vi è vicina, onora il vostro
lavoro, non di rado pericoloso e duro, conosce le vostre ansie e preoccupazioni, sostiene i vostri diritti,
consola le vostre solitudini e le vostre nostalgie».
Queste parole «rappresentano un
forte messaggio di speranza per i
circa 1,5 milioni di marittimi di oltre
100 nazionalità (due terzi dei quali
dai Paesi in via di sviluppo), che
quotidianamente rispondono alle
esigenze dell’economia globale trasportando il 90 per cento del commercio mondiale».
«In anni recenti — si nota nel documento — la criminalizzazione degli equipaggi a causa di incidenti
marittimi, l’abbandono in porti stranieri senza cibo e denaro, le nuove
restrizioni per scendere a terra, la
mancanza di sicurezza e protezione,
e i lunghi imbarchi hanno aggiunto
ulteriore stress e ansia non solo alla
vita di questi lavoratori, ma anche a
quella delle loro famiglie».
L’Apostolato del Mare conosce
molto bene le numerose situazioni
«disumane che ancora persistono
nel mondo marittimo e si schiera a
fianco della gente di mare per ribadire che i loro diritti umani e lavorativi devono essere rispettati». Ricordando la recente dichiarazione
sulla pirateria del 26 maggio 2011,
nel messaggio si sottolinea l’imp ortanza che il settore marittimo «lavori a stretto contatto con Governi,
organizzazioni internazionali e
agenzie di welfare per mettere in atto misure preventive al fine di garantire la sicurezza di queste persone. E, per assicurare ulteriore protezione a quanti lavorano sul mare, ci
rivolgiamo a tutti i Governi affinché
adottino quanto prima la Convenzione dell’Ufficio Internazionale del
Lavoro (Ilo) sul Lavoro Marittimo
(Mlc) 2006 e ne favoriscano l’entrata in vigore. Essa, altrimenti, avrebbe unicamente valore teorico, pur
restando uno dei risultati più significativi di tutta la storia dei diritti
dei marittimi».
Nella lotta per la giustizia nel
mondo marittimo, l’Apostolato del
Mare è guidato dai principi evangelici e dall’insegnamento della dottrina sociale della Chiesa. «Le parole
— si sottolinea nel testo — con cui,
il 17 aprile 1922, Papa Pio  XI a p p ro -
vava e benediceva le prime costituzioni e il regolamento dell’Ap ostolato del Mare, ci incoraggiano a
proseguire la missione “di espansione del ministero marittimo” affinché
l’Opera “raccolga la più abbondante messe di frutti di salute”». Infine,
l’arcivescovo Vegliò ha annunciato
la convocazione, a Roma, del  XXIII
Congresso mondiale dell’Ap ostolato
del Mare, dal 19 al 23 novembre
2012, per riflettere sulle sfide poste
dai continui cambiamenti nel mondo marittim

Pra se pensar ....

Desespero anunciado

Desespero anunciado Para que essa agonia exorbitante? Parece que tudo vai se esvair O que se deve fazer? Viver recluso na pr...