Ano sacerdotal

Depois de um ano de muitas reflexões, de muitos debates e embates, o ano sacerdotal chega ao seu encerramento; foi um ano muito proveitoso e frutuoso, mas também de muitas polêmicas tendo os sacerdotes: bispos, presbitesros, diáconos e religiosos ao centro de estudos, de confusões e de homenagens.
No ano transcorrido, importantes conquistas e esclarecimentos sobre o papel, a figura e o ser do sacerdote, mas também muitas contrariedades e escândalos; dois gritos se elevam paralelamente: aquele do reconhecimento e da necessidade dos sacerdotes e também aquele das chagas que perfuram o coração da igreja.
Esses dias em Roma se encontram milhares de sacerdotes, provindos de todas as partes do mundo, muitos esperançosos, outros boquiabertos e ilusionados e outros decepcionados, tem de tudo; celebram, partecipam de congressos e estudos, celebram, mas também passeiam e compram: o mundo espiritual-religioso aqui muito se confunde com o material-profano, e não pode ser diferente, pois a pessoa humana é ao mesmo tempo filho de Deus e da terra.
O apelo final é que não se perca esse ano jubilar em fantasias e panfletos, mas que cada sacerdote, convicto de sua identidade e de sua missão, possa exalar o bom perfume de Cristo e do Evangelho donde quer que vá. Que o mundo veja Jesus nos sacerdotes, com o perdão, a misericõrdia e o amor do Pai que salva e acolhe a todos!!!

PENTECOSTES

Em rumores de efusão desce a nós o Santo Ardor, o Pai envia a sua graça e nós contemplamos seu Amor.
O Espírito é o mesmo e nos congrega todos como irmãos; mesmo que sejamos muitos e diversos, N’Ele somos um só coração.
Estamos todos alegre com a vinda do Espírito Santo, Ele nos nos perdoa e anima e nós O louvamos com nosso canto.
Hoje é o Pentecostes, a paz do Senhor nos faz discipulos; Ele habita em nosso meio e nos reúne como seus filhos.
p. JORGE RIBEIRO
MAIO 2010

È missão

È missão

È missão: quando penso em você e fico logo a tremer, e o meu mundo todo desfalece.
É missão: quando não tenho seu sorriso, tudo parece um desmentido e já nem sei o que me apetece.
É a vida como busca, é estrada como fuga, é a incerteza da missão.
É missão: quando tento me animar e a sua ausência suportar, mas no entanto tudo escurece.
É missão: quando a angústia devo diblar e todo medo superar e mais nada me arrefece.
É a vida como sonho, é experiência de um pesadelo medonho, é o apelo à missão.
É missão: quando as necessidades são muito maiores e os famintos são ainda piores e único consolo é rezar.
É missão: quando a esperança se auto-desafia e a caridade se auto-repudia e única saída é acreditar.
Essa é uma vida de missão e estrada de paixão, uma aventura a se realizar.
Essa é vida fragmentada, missão inacabada, graça desejada e existência no perambular.
Pe. Jorge Ribeiro
Portugal, 21 de maio de 2010.

È missão

È missão

È missão: quando penso em você e fico logo a tremer, e o meu mundo todo desfalece.
É missão: quando não tenho seu sorriso, tudo parece um desmentido e já nem sei o que me apetece.
É a vida como busca, é estrada como fuga, é a incerteza da missão.
É missão: quando tento me animar e a sua ausência suportar, mas no entanto tudo escurece.
É missão: quando a angústia devo diblar e todo medo superar e mais nada me arrefece.
É a vida como sonho, é experiência de um pesadelo medonho, é o apelo à missão.
É missão: quando as necessidades são muito maiores e os famintos são ainda piores e único consolo é rezar.
É missão: quando a esperança se auto-desafia e a caridade se auto-repudia e única saída é acreditar.
Essa é uma vida de missão e estrada de paixão, uma aventura a se realizar.
Essa é vida fragmentada, missão inacabada, graça desejada e existência no perambular.
Pe. Jorge Ribeiro
Portugal, 21 de maio de 2010.

Pra se pensar ....

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