Quero ser feliz agora!!

Quero ser feliz agora!


:: Elisabeth Cavalcante :: 
Esta é uma afirmação essencial para quem não está disposto a esperar a próxima encarnação ou a vida em outra dimensão para alcançar a felicidade.
Muitas pessoas, por incrível que pareça, não acreditam que viemos aqui para sermos felizes. Elas estão totalmente convencidas de que somos pecadores e temos de suportar o sofrimento com resignação, e aceitá-lo tranquilamente como única possibilidade desta vida.

É inegável que provas e dificuldades fazem parte de nossa trajetória, afinal, fazer o caminho de volta à nossa origem divina não é fácil. Exige disciplina e, acima de tudo, muita vontade.

Porém, o que deve nos motivar nessa viagem é a convicção absoluta de que mesmo que ainda não estejamos iluminados, podemos ter a felicidade possível agora. Enquanto não estivermos plenamente convencidos de que ela pode ser alcançada, continuaremos criando desculpas e justificativas para nossa falta de coragem.

Ir ao encontro da felicidade exige, às vezes, atitudes ousadas, que vão contra muitas regras vigentes na sociedade. O julgamento é inevitável e, para enfrentá-lo, é preciso um amor próprio inabalável e a convicção de que somos merecedores do melhor que a vida tem a oferecer.

Contentar-se com um destino medíocre e abrir mão daquilo que sua alma deseja realizar pode não só afastar qualquer possibilidade de felicidade, como criar um estado de desequilíbrio tão intenso que as doenças físicas serão uma consequência inevitável.

Poucos são os que se dispõem a abrir mão de uma vida confortável e segura, para entrar no perigoso caminho da autodescoberta, aceitando ser fiéis acima de tudo à sua própria verdade.

Mas os que ousaram pagar o preço e se dispuseram a ir além, apesar do medo e das noites escuras que tiveram de atravessar, certamente têm hoje a certeza de que valeu a pena.

Como dizem os Mestres, não há como chegar ao amanhecer e encontrar a luz do sol, sem atravessar a escuridão. Cada um de nós sabe exatamente do que precisa para ser feliz. Mas se a escolha não for feita conscientemente, acabaremos retrocedendo por medo do julgamento e da rejeição do mundo.

"...Faça o que sua natureza quer fazer, o que suas qualidades intrínsecas anseiam por fazer. Não dê ouvidos às escrituras. Ouça seu próprio coração; essa é a única escritura que prescrevo. Ouça com muita atenção, com muita consciência, e nunca estará errado. Ouvindo seu coração, você nunca ficará dividido. Ao escutar o seu coração, começará a tomar a direção correta, sem jamais pensar no que está certo ou errado.

Siga-o de qualquer maneira e vá aonde quer que o leve. Ele às vezes o colocará diante de perigos - mas lembre-se de que, nesses casos, alguns perigos são necessários para seu amadurecimento.

Outras vezes, o coração o levará a se extraviar - lembre-se, mais uma vez, que esses extravios fazem parte do crescimento. Muitas vezes você cairá. Coloque-se de pé novamente, pois é assim que se fortalece - caindo e levantando-se outra vez. É assim que você se torna uma pessoa integrada.

Nunca siga regras impostas.... Não seja um imitador, seja sempre original. Não se torne uma cópia. A vida é uma dança se você for original - é esse o seu destino.

...A vida passa depressa demais - é dinâmica, não é estática. Não é uma poça estagnada... nunca é a mesma em dois momentos consecutivos.
...Eu lhe ensino uma lei intrínseca da vida: obedeça a seu próprio eu, seja uma luz para si mesmo... O único jeito de ficar em contato com a vida, de não ficar para trás é ter um coração destituído de culpa, um coração inocente.


Osho - " Corpo e Mente em equilíbrio".

Terça-feira gorda

Terça-Feira Gorda


De repente ele começou a sambar bonito e veio vindo para mim. Me olhava nos olhos quase sorrindo, uma ruga tensa entre as sobrancelhas, pedindo confirmação. Confirmei, quase sorrindo também, a boca gosmenta de tanta cerveja morna, vodca com coca-cola, uísque nacional, gostos que eu nem identificava mais, passando de mão em mão dentro dos copos de plástico. Usava uma tanga vermelha e branca, Xangô, pensei, Iansã com purpurina na cara, Oxaguiã segurando a espada no braço levantado, Ogum Beira-Mar sambando bonito e bandido. Um movimento que descia feito onda dos quadris pelas coxas, até os pés, ondulado, então olhava para baixo e o movimento subia outra vez, onda ao contrário, voltando pela cintura até os ombros. Era então que sacudia a cabeça olhando para mim, cada vez mais perto.

Eu estava todo suado. Todos estavam suados, mas eu não via mais ninguém além dele. Eu já o tinha visto antes, não ali. Fazia tempo, não sabia onde. Eu tinha andado por muitos lugares. Ele tinha um jeito de quem também tinha andado por muitos lugares. Num desses lugares, quem sabe. Aqui, ali. Mas não lembraríamos antes de falar, talvez também nem depois. Só que não havia palavras. havia o movimento, a dança, o suor, os corpos meu e dele se aproximando mornos, sem querer mais nada além daquele chegar cada vez mais perto.

Na minha frente, ficamos nos olhando. Eu também dançava agora, acompanhando o movimento dele. Assim: quadris, coxas, pés, onda que desce, olhar para baixo, voltando pela cintura até os ombros, onda que sobe, então sacudir os cabelos molhados, levantar a cabeça e encarar sorrindo. Ele encostou o peito suado no meu. Tínhamos pêlos, os dois. Os pêlos molhados se misturavam. Ele estendeu a mão aberta, passou no meu rosto, falou qualquer coisa. O quê, perguntei. Você é gostoso, ele disse. E não parecia bicha nem nada: apenas um corpo que por acaso era de homem gostando de outro corpo, o meu, que por acaso era de homem também. Eu estendi a mão aberta, passei no rosto dele, falei qualquer coisa. O quê, perguntou. Você é gostoso, eu disse. Eu era apenas um corpo que por acaso era de homem gostando de outro corpo, o dele, que por acaso era de homem também.

Eu queria aquele corpo de homem sambando suado bonito ali na minha frente. Quero você, ele disse. Eu disse quero você também. Mas quero agora já neste instante imediato, ele disse e eu repeti quase ao mesmo tempo também, também eu quero. Sorriu mais largo, uns dentes claros. Passou a mão pela minha barriga. Passei a mão pela barriga dele. Apertou, apertamos. As nossas carnes duras tinham pêlos na superfície e músculos sob as peles morenas de sol. Ai-ai, alguém falou em falsete, olha as loucas, e foi embora. Em volta, olhavam.

Entreaberta, a boca dele veio se aproximando da minha. Parecia um figo maduro quando a gente faz com a ponta da faca uma cruz na extremidade mais redonda e rasga devagar a polpa, revelando o interior rosado cheio de grãos. Você sabia, eu falei, que o figo não é uma fruta mas uma flor que abre pra dentro. O quê, ele gritou. O figo, repeti, o figo é uma flor. Mas não tinha importância. Ele enfiou a mão dentro da sunga, tirou duas bolinhas num envelope metálico. Tomou uma e me estendeu a outra. Não, eu disse, eu quero minha lucidez de qualquer jeito. Mas estava completamente louco. E queria, como queria aquela bolinha química quente vinda direto do meio dos pentelhos dele. Estendi a língua, engoli. Nos empurravam em volta, tentei protegê-lo com meu corpo, mas ai-ai repetiam empurrando, olha as loucas, vamos embora daqui, ele disse. E fomos saindo colados pelo meio do salão, a purpurina da cara dele cintilando no meio dos gritos.

Veados, a gente ainda ouviu, recebendo na cara o vento frio do mar. A música era só um tumtumtum de pés e tambores batendo. Eu olhei para cima e mostrei olha lá as Plêiades, só o que eu sabia ver, que nem raquete de tênis suspensa no céu. Você vai pegar um resfriado, ele falou com a mão no meu ombro. Foi então que percebi que não usávamos máscara. Lembrei que tinha lido em algum lugar que a dor é a única emoção que não usa máscara. Não sentíamos dor, mas aquela emoção daquela hora ali sobre nós, eu nem sei se era alegria, também não usava máscara. Então pensei devagar que era proibido ou perigoso não usar máscara, ainda mais no Carnaval.

A mão dele apertou meu ombro. Minha mão apertou a cintura dele. sentado na areia, ele tirou da sunga mágica um pequeno envelope, um espelho redondo, uma gilette. Bateu quatro carreiras, cheirou duas, me estendeu a nota enroladinha de cem. Cheirei fundo, uma em cada narina. Lambeu o vidro, molhei as gengivas. Joga o espelho no mar pra Iemanjá, me disse. O espelho brilhou rodando no ar, e enquanto acompanhava o vôo fiquei com medo de olhar outra vez para ele. Porque se você pisca, quando torna a abrir os olhos o lindo pode ficar feio. Ou vice-versa. Olha pra mim, ele pediu. E eu olhei.

Brilhávamos, os dois, nos olhando sobre a areia. Te conheço de algum lugar, cara, ele disse, mas acho que é da minha cabeça mesmo. Não tem importância, eu falei. Ele falou não fale, depois me abraçou forte. Bem de perto, olhei a cara dele, que olhada assim não era bonita nem feia: de poros e pêlos, uma cara de verdade olhando bem de perto a cara de verdade que era a minha. A língua dele lambeu meu pescoço, minha língua entrou na orelha dele, depois se misturaram molhadas. Feito dois figos maduros apertados um contra o outro, as sementes vermelhas chocando-se com um ruído de dente contra dente.

Tiramos as roupas um do outro, depois rolamos na areia. Não vou perguntar teu nome, nem tua idade, teu telefone, teu signo ou endereço, ele disse. O mamilo duro dele na minha boca, a cabeça dura do meu pau dentro da mão dele. O que você mentir eu acredito, eu disse, que nem na marcha antiga de Carnaval. A gente foi rolando até onde as ondas quebravam para que a água lavasse e levasse o suor e a areia e apurpurina dos nossos corpos. A gente se apertou um conta o outro. A gente queria ficar apertado assim porque nos completávamos desse jeito, o corpo de um sendo a metade perdida do corpo do outro. Tão simples, tão clássico. A gente se afastou um pouco, só para ver melhor como eram bonitos nossos corpos nus de homens estendidos um ao lado do outro, iluminados pela fodforescência das ondas do mar. Plâncton, ele disse, é um bicho que brilha quando faz amor.

E brilhamos.

Mas vieram vindo, então, e eram muitos. Foge, gritei, estendendo o braço. Minha mão agarrou um espaço vazio. O pontapé nas costas fez com que me levantasse. Ele ficou no chão. Estavam todos em volta. Ai-ai, gritavam, olha as loucas. Olhando para baixo, vi os olhos dele muito abertos e sem nenhuma culpa entre as outras caras dos homens. A boca molhada afundando no meio duma massa escura, o brilho de um dente caído na areia. Quis tomá-lo pela mão, protegê-lo com meu corpo, mas sem querer estava sozinho e nu correndo pela areia molhada, os outros todos em volta, muito próximos.

Fechando os olhos então, como um filme contra as pálpebras, eu conseguia ver três imagens se sobrepondo. Primeiro o corpo suado dele, sambando, vindo em minha direção. Depois as Plêiades, feito uma raquete de tênis suspensa no céu lá em cima. E finalmente a queda lenta de um figo muito maduro, até esborrachar-se contra o chão em mil pedaços sangrentos.
Caio Fernando de Abreu

alegria, alegria

Viver é ser feliz, é esperar, é amar!!


Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.Você aprende a gostar de você, a cuidar de você,e principalmente a gostar de quem gosta de você.O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por voce...
Serei educado com todos,como sempre fui, isso vem de formação familiar, extremamente importante na vida de qualquer ser humano. Muito grato pelas visitas, mas, como todo e qualquer homem, tenho meus desejos. E por isso, gostaria, de poder conhecer um homem acima do peso, e se possivel, com uma certa idade. É necessário respeitar e compreender o desejo de cada ser humano. Por isso, gostaria que isso fosse respeitado com relação a parte que me cabe de fato.
Alguém para poder compartilhar a vida. Se você for magro ou novo, peço desculpas, mas é questão de gosto. Amizade será bem vinda. Sem problemas. Gostaria de conhecer um homem acima do peso. Sou independente, formado, e que acredito nos meus ideais de vida. Só quero o melhor e o bem para aquele que desejo ter na vida.
Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração para de funcionar por alguns segundos, preste atenção. Pode ser a pessoa mais importante da sua vida. 
Se os olhares se cruzarem e neste momento houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu. 
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante e os olhos encherem dágua neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês. 
Se o primeiro e o último pensamento do dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente divino: o amor. 
Se um dia tiver que pedir perdão um ao outro por algum motivo e em troca receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos e os gestos valerem mais que mil palavras, entregue-se: vocês foram feitos um pro outro. 
Se por algum motivo você estiver triste, se a vida te deu uma rasteira e a outra pessoa sofrer o seu sofrimento, chorar as suas lágrimas e enxugá-las com ternura, que coisa maravilhosa: você poderá contar com ela em qualquer momento de sua vida. 
Se você conseguir em pensamento sentir o cheiro da pessoa como se ela estivesse ali do seu lado... se você achar a pessoa maravilhosamente linda, mesmo ela estando de pijamas velhos, chinelos de dedo e cabelos emaranhados... 
Se você não consegue trabalhar direito o dia todo, ansioso pelo encontro que está marcado para a noite... se você não consegue imaginar, de maneira nenhuma, um futuro sem a pessoa ao seu lado... 
Se você tiver a certeza que vai ver a pessoa envelhecendo e, mesmo assim, tiver a convicção que vai continuar sendo louco por ela... se você preferir morrer antes de ver a outra partindo: é o amor que chegou na sua vida. É uma dádiva. 
Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes na vida, mas poucas amam ou encontram um amor verdadeiro. Ou às vezes encontram e por não prestarem atenção nesses sinais, deixam o amor passar, sem deixá-lo acontecer verdadeiramente. 
É o livre-arbítrio. Por isso preste atenção nos sinais, não deixe que as loucuras do dia a dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: o amor. (Carlos Drummond de Andrade)

CF 2014 PARTICIPE

CNBB disponibiliza material da CF 2014

Os subsídios da Campanha da Fraternidade 2014, como o manual, texto- base, via sacra, celebrações ecumênicas, folhetos quaresmais, CD e DVD, banner, entre outros, estão disponíveis nas Edições CNBB. No site da Conferência é possível baixar os spots para rádio e tv, cartaz da campanha, a oração e apresentações do texto-base.
O cartaz da CF 2014 traz o tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1). Os spots têm duração de 30 segundos e podem ser veiculados pelas emissoras de rádio e tv interessadas. Os demais produtos são adquiridos pelo site:www.edicoescnbb.org.br ou pelo telefone: (61) 2193.3001.
Formação
Com o objetivo de trabalhar os conteúdos da campanha nas escolas, foram produzidos também subsídios de formação voltados aos jovens do ensino fundamental e médio, além de encontros catequéticos para crianças e adolescentes.
Significado do cartaz
1-O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.
2-Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra, na parte superior do cartaz, expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade.
3-As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças, como as presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.
4-A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens são explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos. (Fonte: CF 2014).
Fonte: CNBB

inicio da catequese..

A catequese começou!



Um sábado cheio de alegria e de expectativas moveu nossa paróquia. É o momento do reencontro daqueles que há alguns meses esperavam ansiosamente este novo dia. A catequese começou da melhor maneira possível: reuniu catequistas, catequizandos e seus familiares ao redor da Mesa da Palavra e da Mesa da Eucaristia.

Padre Jorge Ribeiro presidiu a Missa de abertura do ano catequético e apresentou-nos o sentido de estar na catequese: Ouvir a Palavra de Jesus, seguir Seu exemplo, aprender sobre Ele para sermos como Ele. Crianças, adolescentes, jovens, adultos, enfim, todos que estavam na Igreja puderam testemunhar a alegria do recomeço, da busca incansável e desafiante de estar perto de Jesus e segui-Lo.

A catequese, ação eclesial, transmite a fé vivida pela Igreja. O catequista tem a responsabilidade de ser o porta-voz dessa fé, transmitindo o tesouro que ele recebeu. Assim, continuar é aprofundar o kerigma (primeiro anúncio), levando o catequizando a conhecer, acolher, celebrar, e vivenciar o “mistério de Deus, manifestado em Jesus que nos revela o Pai e nos envia o Espírito Santo”, conforme nos orienta o Diretório Nacional de Catequese.

Precisa-se ainda reconhecer a catequese como processo contínuo de inserção na vida cristã, já que devemos crescer constantemente na fé e deixarmos de lado a visão equivocada de que a catequese serve tão somente para a preparação em torno deste ou daquele sacramento, é preciso conscientiza-se que isso certamente vai acontecer com uma verdadeira adesão ao Reino.

Prosseguiremos com a alegria de amar e servir o Senhor dos nossos dons, das nossas vidas. Que a nossa catequese em 2014 seja ainda mais frutífera. (Re)Começamos e já estamos a caminho!








Conselho de Pastoral

Reunião do Conselho de pastoral da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro -  Tomba


“A esperança não engana”

Sejam todos bem-vindos em Nome do Senhor Jesus‼ Sejam todos acolhidos na comunidade e confortados pelo abraço da Mãe do Perpétuo Socorro!

No “Centro Catequético” da Paróquia do Tomba, fizeram-se presentes mais de 50 pessoas representando as pastorais, os movimentos,  os grupos e as comunidades e o Pároco, Padre Jorge Ribeiro, deu inicio a reunião do Conselho ampliado de Pastoral e começou suplicando sobre todos e sobre o momento presente  a força e a luz do Espírito de Deus! 

O primeiro momento de leitura, meditação e partilha da Palavra de Deus, Salmo 125:
“Os que confiam no Senhor são como o monte Sião, eternamente firme! (…).
Fazei bem, Senhor, aos que são bons e os de reto coração…!

Em seguida se fez as preces, o pai-nosso e conclusão do momento de oração.

Presentes: as pastorais do Batismo, da Liturgia e Canto, da Catequese, da Acolhida, do Dizimo, da Saúde (ainda em fase de implantação), da Criança, da Juventude, da Família, Eventos e Social, Vocacional (a organizar); os Ministros, ECC, RCC, MSM, Oficina de Oração, Terço dos Homens, Mãe Rainha, MEJ, Apostolado da Oração, Legião de Maria, Grupo Bíblico; as religiosas “Camilianas”, as comunidades da Liberdade, Sitio Matias e Tamandari.

O segundo momento foi à execução da pauta proposta, a saber:
a)      Como se encontram as pastorais e movimentos em relação ao numero de pessoas e de atividades?
b)      Quais as principais preocupações e quais as pistas para melhorar?
c)      O trabalho em conjunto
d)      Os eventos da paróquia e arquidiocese
e)      Forró da amizade e festa da padroeira
f)        O calendário
g)      Perguntas e sugestões


Toda a reunião foi pautada pelo que deve ser o espírito da Paróquia, isto é, trabalhar em conjunto, na comunhão, na liberdade, no respeito e, sobretudo, no diálogo e no acolhimento.  A comunidade deve trabalhar como “formigas”, pois somente na cooperação de todos é que o espírito de fraternidade e de evangelização como serviço pode ser a marca registrada da comunidade que quer ser vida e sinal do amor de Cristo para a Humanidade. Separados e sectários não se constrói nada e não se expressa o teor do que seja uma Paróquia, ou seja, de uma rede de pessoas, com espírito evangélico, no serviço abnegado pelo próximo, na sintonia com toda a Igreja e em pleno respeito à Palavra de Jesus. Por isso estamos buscando na “comunhão” e no compromisso realizar o que Jesus nos pede: “Ide e evangelizai”.

Como muita participação e sugestões, sempre na alegria do Senhor, a reunião se concluiu com a convocação para a abertura do ano da catequese (sábado as 16:00), a assembléia paroquial dia 09 de março e  a caminhada do perdão dia 16 de março; a reunião foi encerrada após os agradecimentos e aoração final.


Tomba, 19 de fevereiro de 2014

A beleza da fé


A alegria de ser Cristão




alegriaA alegria e o gozo de viver a palavra de Deus são características próprias de um cristão adulto.
Há diversos tipos de alegria, diversos graus. Mas só se pode falar em alegria no sentido pleno quando a pessoa sente que o melhor de si mesmo, das suas capacidades, dos seus desejos se realiza. Há alegria quando encontramos algo profundamente amado.
De acordo com este ensinamento de S. Tomás de Aquino, e vendo as potencialidades desta afirmação o Papa Paulo VI, na exortação apostólica Gaudete in Domino, afirma que o ser humano não só pode sentir e experimentar as alegrias humanas quando está em contato e comunhão com a natureza e com a humanidade, mas também pode atingir o grau mais elevado de felicidade que é a alegria da comunhão com Deus. Aí, o ser humano conhece a alegria e a felicidade espiritual quando o seu espírito entra em comunhão com deus, conhecido e amado como que de melhor a vida nos traz. A alegria verdadeira não provém dos prazeres efémertos nem das certezas do mundo, mas sim da vida espiritual, pois é um fruto do Espírito.
Alegria Cristã
A alegria cristã não é apenas um estado psicológico. É por sua essência uma participação espiritual da alegria insondável – simultaneamente divina e humana – do Coração de Deus. Através da oração pode experimentar-se mais profundamente esta grande alegria: cada cristão sabe que vive de Deus, para Deus e em Deus.
E ninguém é excluído deste chamamento universal à felicidade, na sua vida concreta. É a partir da vida no espírito, que os discípulos de Jesus Cristo são chamados a participar da alegria de Deus, alegria essa que se fundamenta na participação no amor que há na Trindade. Jesus quer, que cada um de nós sinta dentro de si a mesma alegria que Ele sente: “Eu revelei-lhes o Teu nome, para que o amor com que Tu Me amaste esteja neles e Eu também esteja neles” (Jo 17, 26)
O caminho das Bem – aventuranças
Estar dentro do amor de Deus é uma possibilidade que se realiza nesta vida concreta, através da opção pelas coisas do Reino. Claro que pode obrigar a um caminho difícil, mas é o único que leva à verdadeira alegria: o caminho das Bem – aventuranças.
As “Bem – aventuranças traçam a imagem de Cristo e descrevem sua caridade: exprimem a vocação dos fiéis associados à glória de Sua Paixão e Ressurreição: iluminam as acções e atitudes caracteristicas da vida cristã; são promessas paradoxais que sustentam a esperança nas tribulações; anunciam as bênçãos e recompensas já obscuramente adquiridas pelos discípulos; são iniciadas na vida da Virgem Maria e de todos os santos.
Convém ter presente que a alegria do Reino feita realidade, não pode brotar senão da celebração conjunta da morte e ressurreição do Senhor. É o paradoxo da condição cristã que tem em Jesus Cristo o seu esclarecimento. À luz do novo Adão, os sofrimentos e dificuldades não são iluminados, mas adquirem um novo sentido, porque há a certeza de participar na redenção realizada por Jesus Cristo e participar da Sua Glória.
O cristão, por muitas dificuldades que enfrente, desde que esteja inserido na comunhão de amor Trinitário, sente sempre a alegria divina, pois participa do amor de Deus. Esta consciência leva-o a ser sal e luz do mundo, anunciando a Boa Nova com alegria. Deste modo não sucumbirá à falta de fervor, que se manifesta no cansaço, acomodação, desinteresse e desilusão. Antes se revigora continuamente com verdadeiro fervor espiritual.

Pra se pensar ....

Desespero anunciado

Desespero anunciado Para que essa agonia exorbitante? Parece que tudo vai se esvair O que se deve fazer? Viver recluso na pr...