Com a tese ‘O conceito de ironia’, de 1841, Kierkegaard coloca a ironia entre o que ele denomina ‘estágio’ estético e o ‘estágio’ ético do desenvolvimento espiritual. Diz ele: “assim como os filósofos afirmam que não é possível uma verdadeira filosofia sem a dúvida, assim também pela mesma razão pode-se afirmar que não é possível a vida humana autêntica sem a ironia”. (1996, p. 338)
O ironista precisa de seu público para ter sua mensagem recebida. A Ironia Instrumental (quando alguém está sendo irônico) é um jogo para dois jogadores ou mais. No drama os papéis são: o ironista, o alvo ou objeto da ironia e seu público, no sentido de que os mune de meios para alcançá-los.
ara Kierkegaard, ‘a ironia não está presente realmente para alguém que é demasiado natural e demasiado ingênuo, mas somente se mostra para alguém que, por sua vez, é desenvolvido ironicamente... Na verdade, quanto mais desenvolvido polemicamente for um indivíduo, mais ironia ele encontrará na natureza‘. (Muecke: 1995, 61)
É a página de todos que acreditam na amizade e no seu poder de libertação e felicidade.É o lugar daqueles que percebem na amizade o fator de realização e perfeição. Quem vive a fazer o bem é feliz!
Como escrever uma dissetaçao
ESCREVER UMA DISSERTAçÃO
1 – O PROPOSITO
1.1. ESCOLHER O SUJEITO
1.2. PRIEMIRO ESBOçO
1.2.1. PRIMEIRA IMPRESSÃO (ESCREVER OS TERMOS, NÃO FRASES)
1.2.2. ELENCAR ALGUNS PROBLEMAS POSSIVEIS
1.2.3. ANALISE DOS TERMOS – CHAVES, CADA UM SEPARADAMENTE
1.2.4. REFORMULAçÃO DO SUJEITO
1.2.5. CONSTRUçÃO DE UMA PROBLEMATICA
1.2.6. COLOCAR OS JOGOS DO PROBLEMA
1.3. SEGUNDO ESBOçO
1.3.1. REFLEXÃO A PARTIR DOS TERMOS-CHAVES CONSIDERADOS EM CONJUNTO
1.3.2. CONSTRUçà DE UM PLANO
2. REDAçÃO DO PROJETO
2.1. INTRODUçÃO
2.1.1. PONTO DE PARTIDA: DEFINIçÃO CLASSICA, DEPOIS PESSOAL, DOS TERMOS
2.1.2. FORMULAçÃO DO TEMA E PRESSUPOSTOS
2.1.3. PROBLEMATICA
2.1.4. COLOCAR EM JOGO AS DEFINIçõES
2.1.5. ANUNCIO DO PLANO: EM FORMA DE QUESTÃO
2.2. DESENVOLVIMENTO
2.2.1. ORDEM CONTINUA E NATURAL DA REFLEXÃO
2.2.2. UMA ATENçà PARTICULA AS TRANSIçõES
3. CONCLUSÃO
3.1. RESUMO DA TESE PROPOSTA
3.2. CONSEQUENCIAS
3.3. LIMITES DA REFLEXAO PROPOSTA
3.4. ABERTURA VERSO NOVAS PROBLEMATICAS
Verdade contra o método?
Num artigo de Rohden, no qual ele fala do método filosofico em Montaigne, Descartes e Gadamer, o autor busca a partir da definiçao de filosofia como admiraçao, mas que se revela na historicidade, ele quer enfatizar uma retomada reflexiva sobre a historia, assim como do espaço, do tempo e do proprio homem.
Ao longo do artigo ele quer por em relevo a questao do método em tres momentos da historia da filosofia: renascimnto, modernidade e pos-modernidade, ou seja, Montaigne e o ensaio como método, quer dizer "saber é duvidar, crer é duvidar", pois segundo o autor para Montaigne "Montaigne processa a guinada para o sujeito. O objeto central do conhecimento, seu télos, é o homem que se torna o ponto de partida e chegada do conhecimento. O que ele pode conhecer parte dele mesmo, afinal não é possível o conhecimento que não seja plasmado pela vida, pela materialidade do corpo" (9).
Logo ele analisa a idade moderna, ou seja, Descartes, onde se colocou a tarefa de fundamentar e elaborar o pensamento filosofico sobrebases metodicos-criticas, isto é, "elevar a filosofia ao nivel de ciencia rigorosa" (11). Ao longo da analise do método na idade moderna oautor fala das conquistas: descoberta do sejeito e da subjetividade, mas também dos limites do método moderno: separar o conceito e a experiencia; por fim o artigo fala do método na pos-modernidade, isot é, de Gadamer, nesse momento ele acentua o modelo cultural estrutural do jogo na Hermeneutica filosofica, quer dizer "trata-se de algo, ainda que nao seja nada conceitual, que faça sentido ou intencional, senao a pura presciçao de movimento que se sustenta a si mesmo" (16). A partir de Verdade e Metodo de Gadamer, Rohden coloca o jogo como movimento antistrofico das tragedias gregas (20), pois segundo ele "com o modelo estrutural do ogo pressupoe-se outra concepçao de filosofia que a solipsista, acabado" (22). O jogo como método ajuda a ver com mais sensibilidade e clareza, de modo mais amplo e atento, portanto, de modo filosofico.
Essas analises levam Rohden a concluir que somente numa espécie de jogo metodologico se pode construir e saborear a busca da sabedoria, quer dizer, a vida é movimento e jogo, pode-se concluir que: "O autoritarismo não joga, impõe. Os sistemas absolutos não jogam, induzem a deduzem. O dogmatismo não joga, crê. O ceticismo não joga, silencia. Enfim, quem pensa que sabe, se cala e somente quem ainda não sabe o que é o bem, o que é belo, o que é verdade, propõe-se, sempre de novo, a jogar o jogo filosófico" (24). Somente nas incertezas e das nvidades do jogo se pode descortinar o gosto da Verdade.
Ao longo do artigo ele quer por em relevo a questao do método em tres momentos da historia da filosofia: renascimnto, modernidade e pos-modernidade, ou seja, Montaigne e o ensaio como método, quer dizer "saber é duvidar, crer é duvidar", pois segundo o autor para Montaigne "Montaigne processa a guinada para o sujeito. O objeto central do conhecimento, seu télos, é o homem que se torna o ponto de partida e chegada do conhecimento. O que ele pode conhecer parte dele mesmo, afinal não é possível o conhecimento que não seja plasmado pela vida, pela materialidade do corpo" (9).
Logo ele analisa a idade moderna, ou seja, Descartes, onde se colocou a tarefa de fundamentar e elaborar o pensamento filosofico sobrebases metodicos-criticas, isto é, "elevar a filosofia ao nivel de ciencia rigorosa" (11). Ao longo da analise do método na idade moderna oautor fala das conquistas: descoberta do sejeito e da subjetividade, mas também dos limites do método moderno: separar o conceito e a experiencia; por fim o artigo fala do método na pos-modernidade, isot é, de Gadamer, nesse momento ele acentua o modelo cultural estrutural do jogo na Hermeneutica filosofica, quer dizer "trata-se de algo, ainda que nao seja nada conceitual, que faça sentido ou intencional, senao a pura presciçao de movimento que se sustenta a si mesmo" (16). A partir de Verdade e Metodo de Gadamer, Rohden coloca o jogo como movimento antistrofico das tragedias gregas (20), pois segundo ele "com o modelo estrutural do ogo pressupoe-se outra concepçao de filosofia que a solipsista, acabado" (22). O jogo como método ajuda a ver com mais sensibilidade e clareza, de modo mais amplo e atento, portanto, de modo filosofico.
Essas analises levam Rohden a concluir que somente numa espécie de jogo metodologico se pode construir e saborear a busca da sabedoria, quer dizer, a vida é movimento e jogo, pode-se concluir que: "O autoritarismo não joga, impõe. Os sistemas absolutos não jogam, induzem a deduzem. O dogmatismo não joga, crê. O ceticismo não joga, silencia. Enfim, quem pensa que sabe, se cala e somente quem ainda não sabe o que é o bem, o que é belo, o que é verdade, propõe-se, sempre de novo, a jogar o jogo filosófico" (24). Somente nas incertezas e das nvidades do jogo se pode descortinar o gosto da Verdade.
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