A missao de levar a mensagem de esperança


Como escrever uma dissetaçao

ESCREVER UMA DISSERTAçÃO

1 – O PROPOSITO
1.1. ESCOLHER O SUJEITO
1.2.  PRIEMIRO ESBOçO
1.2.1.        PRIMEIRA IMPRESSÃO (ESCREVER OS TERMOS, NÃO FRASES)
1.2.2.        ELENCAR ALGUNS PROBLEMAS POSSIVEIS
1.2.3.        ANALISE DOS TERMOS – CHAVES, CADA UM SEPARADAMENTE
1.2.4.        REFORMULAçÃO DO SUJEITO
1.2.5.        CONSTRUçÃO DE UMA PROBLEMATICA
1.2.6.        COLOCAR OS JOGOS DO PROBLEMA
1.3. SEGUNDO ESBOçO
1.3.1.        REFLEXÃO A PARTIR DOS TERMOS-CHAVES CONSIDERADOS EM CONJUNTO
1.3.2.        CONSTRUçà DE UM PLANO


2.       REDAçÃO DO PROJETO
2.1.  INTRODUçÃO
2.1.1.        PONTO DE PARTIDA: DEFINIçÃO CLASSICA, DEPOIS PESSOAL, DOS TERMOS
2.1.2.        FORMULAçÃO DO TEMA E PRESSUPOSTOS
2.1.3.        PROBLEMATICA
2.1.4.        COLOCAR EM JOGO AS DEFINIçõES
2.1.5.        ANUNCIO DO PLANO: EM FORMA DE QUESTÃO
2.2. DESENVOLVIMENTO
2.2.1.        ORDEM CONTINUA E NATURAL DA REFLEXÃO
2.2.2.        UMA ATENçà PARTICULA AS TRANSIçõES
3.       CONCLUSÃO
3.1. RESUMO DA TESE PROPOSTA
3.2. CONSEQUENCIAS
3.3. LIMITES DA REFLEXAO PROPOSTA
3.4. ABERTURA VERSO NOVAS PROBLEMATICAS




Rio 2016

http://www.youtube.com/watch?v=Z00jjc-WtZI&feature=fvw
o rio continua lindo

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Verdade contra o método?

Num artigo de Rohden, no qual ele fala do método filosofico em Montaigne, Descartes e Gadamer, o autor busca a partir da definiçao de filosofia como admiraçao, mas que se revela na historicidade, ele quer enfatizar uma retomada reflexiva sobre a historia, assim como do espaço, do tempo e do proprio homem.


Ao longo do artigo ele quer por em relevo a questao do método em tres momentos da historia da filosofia: renascimnto, modernidade e pos-modernidade, ou seja, Montaigne e o ensaio como método, quer dizer "saber é duvidar, crer é duvidar", pois segundo o autor para Montaigne "Montaigne processa a guinada para o sujeito. O objeto central do conhecimento, seu télos, é o homem que se torna o ponto de partida e chegada do conhecimento. O que ele pode conhecer parte dele mesmo, afinal não é possível o conhecimento que não seja plasmado pela vida, pela materialidade do corpo" (9).

Logo ele analisa a idade moderna, ou seja, Descartes, onde se colocou a tarefa de fundamentar e elaborar o pensamento filosofico sobrebases metodicos-criticas, isto é, "elevar a filosofia ao nivel de ciencia rigorosa" (11). Ao longo da analise do método na idade moderna oautor fala das conquistas: descoberta do sejeito e da subjetividade, mas também dos limites do método moderno: separar o conceito e a experiencia; por fim o artigo fala do método na pos-modernidade, isot é, de Gadamer, nesse momento ele acentua o modelo cultural estrutural do jogo na Hermeneutica filosofica, quer dizer "trata-se de algo, ainda que nao seja nada conceitual, que faça sentido ou intencional, senao a pura presciçao de movimento que se sustenta a si mesmo" (16). A partir de Verdade e Metodo de Gadamer, Rohden coloca o jogo como movimento antistrofico das tragedias gregas (20), pois segundo ele "com o modelo estrutural do ogo pressupoe-se outra concepçao de filosofia que a solipsista, acabado" (22). O jogo como método ajuda a ver com mais sensibilidade e clareza, de modo mais amplo e atento, portanto, de modo filosofico.

Essas analises levam Rohden a concluir que somente numa espécie de jogo metodologico se pode construir e saborear a busca da sabedoria, quer dizer, a vida é movimento e jogo, pode-se concluir que: "O autoritarismo não joga, impõe. Os sistemas absolutos não jogam, induzem a deduzem. O dogmatismo não joga, crê. O ceticismo não joga, silencia. Enfim, quem pensa que sabe, se cala e somente quem ainda não sabe o que é o bem, o que é belo, o que é verdade, propõe-se, sempre de novo, a jogar o jogo filosófico" (24). Somente nas incertezas e das nvidades do jogo se pode descortinar o gosto da Verdade.

A tolerancia religiosa

A  tolerȃncia religiosa




“Ninguém, por mais civilizado que seja, pode forçar um bárbaro ou ignorante a se submeter à sua pessoa... Tendo pois, de acordo com a lei divina e eterna, cada povo seu governador ou príncipe, não existem motivos para que um povo, sob pretexto de uma cultura superior, ataque outro e destrua reinos alheios” ( Bartolomé de las Casas). E muito menos menosprezado pela sua crença religiosa.

O método tolerável de anunciar o Evangelho, estava sujeito a um princípio jurídico ainda hoje presente no CDC que reza: “O que, porém, atinge individualmente a todos deve por todos ser aprovados” . A tolerȃncia ou método tolerável de propor a verdade evangélica depende estruturalmente dessa concepção da fé. Uma inteligência e uma vontade turbadas pela violência, vítimas da coação são incapazes de redundar numa adesão livre e pessoal como a que pressupõe a fé. Vontade e inteligência sob o império da coação são anuladas. A natureza humana, no que diz respeito aos seus elementos essenciais, não conhece diferenças; os homens, independentemente das circunstȃncias e dos ambientes em que são formados, são racionais. Seria inadmissível, contrário à perfeição perseguida pela natureza e pelo genial obrar de Deus, considerar que um povo inteiro pudesse vir a ser mentecapto (Bartolomé de las Casas). A fé não se opõe à natureza humana e não existe para aniquilá-la. Inclusive o modo de anunciá-la deve corresponder às potencialidades desta natureza. A fé deve ser o meio de encontro das pessoas com Deus e com o outro e nada de ser instrumento que escraviza, exclui e condena.

Tantas causas secretas se misturam à causa aparente, tantos moventes desconhecidos servem para perseguir um homem, que é impossível nos séculos sucessivos captar a raiz secreta das desgraças dos homens mais eminentes, e com maior razão aquela so suplício de um privado, que não poderia ser conhecido que daqueles do seu partido . A tolerȃncia como virtude das relações interpessoais chama em causa cada um de nós, singularmente tomado, você que me lê e eu que escrevo essas linhas. A fé deve ser legame, o que causa melhoria nas pessoas e nada de ser usada para perseguir, julgar e condenar. Todas as religioes sao culturais e inseridas no ambiente. Somente Deus salva, por que essa bestialidade de agredir e usar meios violentos para atacar a quem pertence a outra esfera religiosa? tolerar é acolher, é fazer do pilar da Palavra e da Caridade o modo mesmo de ser no mundo. Ninguém é bom cristao se antes nao for boa pessoa! Tolerar é amar, pois Deus é Deus de todos, Deus é um sò e somos seus filhos e filhas, independentemente das nossas crenças. 

Pra se pensar ....

Desespero anunciado

Desespero anunciado Para que essa agonia exorbitante? Parece que tudo vai se esvair O que se deve fazer? Viver recluso na pr...